26 junho 2007

Sério ou risível?

A inconsistência dos argumentos, o tipo de linguagem utilizada, a soez confusão de interesses pessoais por trás do problema ou a pouca seriedade com que se lançam à mistura os conflitos mal resolvidos entre algumas pessoas são o melhor caminho para destruir a credibilidade de qualquer tentativa de encontrar vias para uma solução a contento das partes envolvidas.

São ainda o pior tónico para quem queira assumir a iniciativa de fazer alguma coisa que possa vir a beneficiar todos os alunos de Direito (até mesmo os anónimos responsáveis por isso!).

Pedimos aqui o contributo de todos para a solução.

Continuaremos à espera!

Como futuros juristas, é bom recordar, convém que saibamos que o tempo é sempre o melhor conselheiro e o temperador na acção.

8 Comments:

At 26 junho, 2007 22:37, Anonymous ius_dixit said...

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At 26 junho, 2007 22:59, Anonymous ius_dixit said...

Reparei agora que um post colocado por mim hoje á tarde ter desaparecido misteriosamente.

Esse post dizia o seguinte:
" Até prova em contrário todos são inocentes, até o Sérgio e o dito professor.
Nada nos pode dizer sem sombra de duvida que o aluno tenha atacado o professor.
Quanto a mim, o aluno podia estar sentado a descascar uma maça e o professor tomado de uma loucura momentânea devido ao stress dos exames ter-se atirado para cima da faca,numa atitude considerada no Japão como sendo de uma grande nobreza, o Hari Kiri!

A culpa do aluno foi segundo as palavras da Elsa ( Elsa o travesti não a associação )o facto de ele sofrer de auto-estima e coisas que se aprendem num qualquer curso de psicologia barata e não na nossa prestigiada UM,é só analisar o quanto se paga de propinas.

O que eu quero dizer é que se atiram ao aluno e nunca colocam em questão o que o fez entar naquele gabinete, e depois qual o louco que potenciou o outro.

Agora espero não ser silenciado.

 
At 27 junho, 2007 01:49, Blogger Jam said...

Em relação a uma série de problemas que coloco e dúvidas que tenho sobre a actuação e postura, na globalidade, da Escola de Direito, tenho estado a escrever um post que pretendia postar no meu blog... (e pelas solicitações directas de alguns colegas, para que densificasse alguns aspectos que fui referindo aqui nos comentários do Casino) mas já vai algo extenso (cerca de 15 000 caracteres) e está inacabado, pois tenho andado a escrever aquilo entre exames... E por isso também optei por ir postando aos poucos, coloquei lá agora a primeira parte:

http://ohnaoehagora.blogspot.com/2007/06/escola-deles.html

 
At 27 junho, 2007 08:37, Anonymous Anónimo said...

Caro João Leite,

Esclareça-me só uma coisa, que não estou certa de ter compreendido. Não especificamente sobre o seu post, mas da leitura deste post com os últimos comentários do Casino da ELSA.

Afinal já há ou não acções concertadas entre a ELSA e a AEDUM? É só uma questão de dias (ainda esta semana, provavelmente) até se tornarem públicas?

É que o João diz que o tempo é um bom conselheiro, e eu concordo, mas o "timming" também é essencial, nisso penso que todos concordamos também.

Penso que, ainda que a "acção concertada" não seja para realizar já, ajudava a apaziguar os ânimos, a serenar os espíritos e a aumentar a confiança na ELSA e na AEDUM, se fossem sendo revelados alguns aspectos concretos. Inclusivamente, os alunos aqui presentes poderiam tentar ajudar, nomeadamente com sugestões, mas não só.

A.F.D.

 
At 27 junho, 2007 09:08, Blogger JL said...

Cara A.F.D.

Como alguém definiu em tempos "A diplomacia é a arte da hipocrisia".

Não porque se diga uma coisa e se faça o contrário mas antes porque somos levados a ter de dizer e a fazer coisas ainda que a nossa vontade (emoção, leia-se!) nos impulsione a fazer outras.

Nestas circunstâncias, como em tantas outras da vida, não podemos ceder ao primeiro impulso.

O que se irá fazer, no futuro imediato e que envolverá todos os interessados, saber-se-á ainda esta semana.

Do que se tem vindo a fazer não é preciso fazer bandeira nem faixas no Prometeu!

 
At 27 junho, 2007 13:36, Anonymous Zé das Verdades said...

Carissima ELSA.....
Sobre este tópico, e para não fazer remissões, coloco aqui o texto que redigi há umas horas noutro tópico deste blog, onde, aparentemente (pelo menos na opinião do Sr., Sr.a Dr. Dra. ou o que seja... ELSA)há "rivalidades pessoais", "incongruências", linguagem desnivelada, inconcistencia de argumentos, etc...
O texto, respondia a um colega (provavelmente a ELSA em formato anonimo) e rezava o seguinte:

"...Parece-me que não temos lido os mesmos blogs...
Se é certo que alguém por cá reclamou das notas, é importante referir que os comentários sobre o Sr. Nuno Oliveira (recuso-me a chamar-lhe professor, porque quem não sabe ensinar não o é), começaram muito tempo antes de sequer se saber o sentido provável das notas de Direito das obrigações. Se te deres ao trabalho de ler antes de escrever, vais constatar que há muitas criticas apontadas ao senhor em causa, e as pautas, no caso concreto, são a CONSEQUENCIA da falta de jeito que o senhor leva para a docência.
Quando dizes "Não podem atacar os maus resultados sem antes demonstrar que estes não são fruto da falta de aplicação dos alunos à sua tarefa essencial que é estudar", presumo que já o terás feito e tomas a parte pelo todos ( considerando que a parte és tu), é que convém não esquecer que os maus resultados a esta disciplina na U, M. com este professor são crónicos, e se reparares, os alunos forma mudando (os que tiveram a sorte de fazer a cadeira e os que mudaram de universidade), a única coisa que não mudou foi o docente, logo.... o problema não estará por certo nos alunos!
"Não são as reprovações que deve constituir o objecto do litígio em causa... Concentrai-vos nas faltas de respeito, nos comportamentos desrespeitosos, na violação dos direitos mais básicos de qualquer ser humano..." . Não achas que as sistematicas altas taxas de reprovação são uma falta de respeito que esse iluminado deveria ter, se não fosse mais, pelo facto de serem os alunos que lhe pagam o salário.
Não seria melhor, ao invés de reprovar maciçamente pensar em mudar o método NOJENTO como as aulas são dadas?

Quanto à questão da escrita, provavelmente não equacionaste sequer que quem cá vem ESTUDA, e por vezes, fazemos um intervalo de breves instantes para dizer aqui o que nos vai na alma. Não estamos uma noite inteira a elaborar um texto para aqui publicar.

Mas há algo com que tenho de concordar:
A manifestação, a ter como alvo o Sr. Nuno, não vai vingar... afinal, é bom não esquecer que, com todo o respeito e consideração que me merece o Professor Doutor Cândido Oliveira, Pai é Pai, e da família Oliveira, há 3 elementos na Escola de Direito da Universidade do Minho. É verdade, 3 elementos da família em lugar de destaque numa mesma escola de uma Universidade que, pasme-se,não é a independente, muito menos privada... É publica e é a do MINHO!"

Zé das Verdades

 
At 27 junho, 2007 22:13, Anonymous Anónimo said...

Finalmente serenamente, as �guas voltaram ao leito do rio, talvez a tempestade n�o volte, tudo seja esquecido, ou lembrado como um sonho mau.Amanh� � outro dia, lutem pelos bons motivos, sejam eles quais forem...

 
At 08 julho, 2007 05:04, Blogger Justica Para Direito said...

Fiquei admirada há uns dias atrás quando li o comentário de alguém a dizer que o curso de Direito da UM estaria num dos lugares cimeiros da Avaliação Externa às Universidades Portuguesas .

Porém, após uma breve pesquisa, qual não foi o meu espanto, quando constatei que o curso além de apenas estar em 8.º (sétimo) lugar, está abaixo da Universidade Católica (Porto e Lisboa) e também da Universidade Lusíada (Porto e Lisboa).

Fiquei estupefacta com o facto da Uminho ter menos 22 pontos do que a Universidade de Coimbra. Em boa verdade, é importante referir que esta avaliação foi realizada no ano lectivo de 2002/2003, mas, na minha opinião, não me parece que o curso tenha melhorado desde então, parece-me mais que ele terá piorado e, para isso basta ver a situação em que estamos agora. Penso também, que será de salientar os parâmetros em que obteve piores classificações : “Processo Pedagógico” e “Instalações e Equipamento”, pois parece-me que são, de facto, dois parâmetros importantes na definição de uma escola.

Quem quiser comprovar o que disse, basta consultar o documento original em: http://www.fup.pt/admin/fup/docs/ca/rsg1_c2a4_dir.pdf

A verdade deve ser sempre conhecida, ainda que não agrade.
Não por é por repetir uma mentira muitas vezes que ela passa a ser verdade.

JusticaParaDireito

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Resumo do “Ranking”
1º Universidade de Coimbra – 64 pontos;
2º Universidade de Lisboa – 63 pontos;
3º Universidade Católica de Lisboa – 60 pontos;
4º Universidade Nova de Lisboa e Universidade Católica do Porto – 59 pontos;
6º Universidade Lusíada do Lisboa – 44 pontos;
7º Universidade Lusiada do Porto – 43 pontos;
8º Universidade do Minho e Universidade do Porto – 42 pontos;
10º Universidade Portucalense – 39 pontos;

Nota: As classificações atribuídas no Relatório são qualitativas, expressas em letras de A (Excelente) a E (Insuficiente), pelo que para construir o “ranking”, fez-se corresponder as letras a uma escala numérica de 1 a 5 e somou-se as notas dos 14 itens considerados para chegar a uma classificação final entre 14 (mínima) e 70 (máxima).

 

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