14 junho 2007

Como foi possível?

O impensável aconteceu hoje na Escola de Direito da Universidade do Minho.

Um aluno pede para falar com o Presidente da Escola e, inexplicavelmente, agride-o desferindo-lhe vários golpes com uma faca.

Haverá razões que possam justificar esta atitude? Não, nunca!

Então, por que aconteceu este incidente?

Um conjunto de circunstâncias que convergiram ao longo dos últimos três anos, o facto de se tratar de um jovem com alguns problemas de auto-estima, sofrendo de um complexo de inferioridade marcante e o isolamento crescente em que se foi colocando fizeram germinar a semente que culminou no episódio de hoje.

Teria sido possível evitar esta situação antecipando a actuação de forma a minimizar o risco de uma explosão emocional? Creio que sim. Como?

Numa escola com a juventude da Escola de Direito deveríamos projectar e fazer nascer a figura do tutor no acompanhamento dos alunos no seu crescimento, na sua progressão e nas suas dificuldades. Reconheço que não será fácil levar à prática esta iniciativa.

Mas temos de ser capazes de fazer mais, fazer melhor e fazer diferente!

Só assim faremos escola no ensino do Direito em Portugal.

PS: Os votos de um rápido restabelecimento ao Prof. Luís Couto Gonçalves

292 Comments:

At 15 junho, 2007 01:04, Blogger PSB said...

Caro JL,

"Um conjunto de circunstâncias que convergiram ao longo dos últimos três anos, o facto de se tratar de um jovem com alguns problemas de auto-estima, sofrendo de um complexo de inferioridade marcante e o isolamento crescente em que se foi colocando fizeram germinar a semente que culminou no episódio de hoje."

Não sei se privava de perto com o caro colega que perpretou tal acto, se sim desde já as minhas desculpas. Contudo considero abusivo, inaceitável e manifestamente de mau tom,fazer tal apreciação pública acerca de um colega e se privava com ele, (para si) um amigo. Haverá muitas desculpas a pedir em toda a situação e penso que as primeiras poderiam partir de si.

 
At 15 junho, 2007 01:47, Anonymous Anónimo said...

Caro JL,

Todos conhecemos o seu estilo impertinente, arrogante, frustrado e sobretudo lambe botas…

O que ninguém conhecia até então era o seu talento de psicanalista ou melhor de adivinho moralista capaz de fazer um juízo de valor sobre as características mais profundas acerca da personalidade de uma pessoa que V. Ex.ª nem sequer conhece…

Oh até me surpreende que um aluno, tão marrão e subserviente do intelecto dos seus professores ( a quem não se cansa de bajular), seja tão leviano e infundado nas suas palavras… principalmente quando as manifesta num espaço publico de uma associação de estudantes… referindo-se a um colega que independente do que quer que seja merece de todos nós apoio e não julgamentos para isso lá estarão as entidades competentes… que são os tribunais, local que para bem da justiça fulanos como o senhor nunca deveriam lá entrar.

A minha generosidade obriga-me contudo a elogiar a sua proposta relativa a figura do tutor… na verdade este blog devia nomear um para acompanhar os escritos deste autor…

Assinado: João Facadinhas nas Costas

 
At 15 junho, 2007 10:41, Anonymous Uma Aluna said...

Penso que o mais importante em todo o processo é efectivamente que as pessoas se questionem relativamente ao que levou o Sérgio a cometer tal acto.
Estando dentro do curso, parece-me mais do que claro, que a explicação vai muito para além dos comentários á insegurança e eventual desequilíbrio emocional do aluno. Convém tentar perceber exactamente o que o levou a tal estado.
Sinceramente, e sabendo que as minhas palavras serão politicamente incorrectas, o acontecimento não me surpreendeu totalmente. Há já muito que, em conversas entre colegas, se questionava se seria um aluno ou um pai de um aluno a agir, e se o alvo seria o Presidente da Escola, o Director de Curso ou o Dr. Nuno Oliveira.
Algumas coisas que se passam na Escola levam alguns alunos a estados de desespero total, incluindo muitas depressões profundas e duradouras, desistência do curso, desistência da universidade até.
Penso que seria importante que, uma situação grave como esta, ajudasse, pelo menos, a levantar a ponta do véu que cobre o icebergue que é a Escola de Direito da Universidade do Minho.

Naturalmente, não posso deixar de desejar rápidas melhoras ao Dr. Luís Gonçalves.

Ao Sérgio, todo o apoio do mundo. Erros todos cometemos, mas este parece complicado de resolver... Boa sorte!

 
At 15 junho, 2007 11:42, Anonymous Anónimo said...

Eu não estou a acreditar que estas pessoas estão mesmo a defender o sérgio.
Vocês já pensaram se em vez de uma faca fosse uma pistola?
Eu peço imensa desculpa mas nada justifica esta atitude, por mais razão que pudesse ter perdeu-a toda no momento em que resolveu cometer esta agressão.
Não estou dentro do assunto mas é óbvio que ele não pode estar bem para fazer uma coisa destas.

Felizmente nada de grave aconteceu ao Prof. Luis Gonçalves.

Caros colegas pensem antes de falarem

 
At 15 junho, 2007 12:48, Anonymous Anónimo said...

sem duvida que os alunos estao preocupados com o que aconteceu ao sergio...e porque?
talvez por se identificarem com situações semelhantes que lhes têm acontecido nomeadamente as circulares do dog alemao e as desventuras do oliveira...sinceramente n esperava esta atitude do sergio com estas proporções mas todos sentimos que o clima entre escola e alunos tem vindo cada vez mais a degradar-se principalmente depois de bolonha...

jorge (ze)

 
At 15 junho, 2007 13:05, Anonymous Anónimo said...

O Sr. JL esteve francamente mal nas suas apreciações no que toca ao seu colega, deixando transparecer que aproveita sempre qualquer oportunidade para bajular os "seus queridos professores"!É rídiculo meu caro!
Penso que tal acto é injustificável, no entanto e apesar da época de exames, é importante reflectir que tais situações não acontecem por acaso! Os professores da Escola de Direito( não todos obviamente!) julgam-se superiores a toda a gente , de uma arrogância insuportável e têm no Professor Henrique Hostra o seu mais fiel exemplo!

Como é óbvio não vale a pena assinar!Imaginem porquê, meus caros !

 
At 15 junho, 2007 13:10, Anonymous Anónimo said...

Nada justifica o uso da violência! Nada justifica que possa tentar fazer-se justiça ou vingança ou desabafo ou o que quer seja pelas próprias mãos. Penso que ninguém que esteja de boa fé pode aceitar os actos do aluno em questão. O que é verdade é que factos são factos, que ocorreu e que é gravíssimo.
É tipicamente português querer imediatamente casar a culpa. Penso que cumpre à justiça as consequências.

No entanto, é facto incontornável que a Escola de Direito, a nossa Escola sofre de problemas muito sérios. Penso que sobra muito em suposta exigência o que falta em qualidade pedagógica; penso que as taxas de reprovação em algumas disciplinas são um sinal claro de uma pedagogia assente no chumbo como forma de demonstrar que o professor é que é bom e dotado de grande qualidade científica. É grave; é um erro!
A academia não pode ser um quadro de comparações; o ensino superior não deve ser um palco onde a vaidade pessoal e a busca de prestígio professoral se faça à custa de uma suposta incapacidade dos alunos! Devo dizer que sempre me questionei sobre o porque dos alunos de direito da Universidade do Minho serem os mais incapazes da nação!!! Mais grave é que até entrem com a média mais elevada das faculdades de Direito e, de repente, percam as capacidades intelectuais!!! Sobretudo, custa a entender - lá está, incapacidade minha - que a maior estupidificação ocorra em algumas cadeiras específicas, sobretudo civilistas. Fenómenos da natura!!!
Se o problema é haver muitos alunos de direito, fechem as torneiras; reduzam o número de vagas; limitem o acesso. mas qual quê: isso equivaleria à redução de financiamento e, como tal, despedimentos professorais na certa!Por tanto, resolve-se assim: mantem-se o número das vagas; os alunos matriculam-se; chumbamos um número considerável. Eles, (alunos) porque não podem ou não querem desistir do curso, cá se vão mantendo e o financiamento também. É perverso! É uma violência! Nada justifica a violência.

Assina: A.

 
At 15 junho, 2007 13:14, Anonymous Anónimo said...

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At 15 junho, 2007 13:52, Anonymous Anónimo said...

Não vai demorar muito e vai entrar alguém armado pela Universidade do Minho adentro, causando muita tristeza.
Isto ainda só não passou porque em Portugal o acesso a armas é muito limitado e demora muito tempo a arranjar a quantidade sufuciente de armas para fazer estragos valentes.
Eu pergunto já que ninguém se interessa:
Como é possível aos alunos terem insucesso escolar na Universidade do Minho quando em todo o percurso de 12 anos escolares têm tido boas notas?
Porque é que há perseguição aos alunos em vez de haver compreensão?
Porque é que os professores não se importam com os alunos?
Porque é que os alunos sempre que se dirigem a um professor têm de começar a frase por:"Desculpe lá estar a incomodar, mas..."?
Esta Universidade não ajuda os alunos e por isso porque é que os alunos devem ajudar a Universidade?
O pontapé de saída foi dado por este colega de Universidade.
Lembrem-se que em milhares de alunos que entram na Universidade, pode haver um que seja "pressionado", que "queime os neurónios" e que sinta que abdicar da sua vida para chamar a atenção para este flagelo que são a maior parte dos professores universitários na Universidade do Minho seja a tarefa da vida dele.
Mas isto é só ficção!!

 
At 15 junho, 2007 14:37, Anonymous Anónimo said...

Congratulo o autor do post anterior pelas questões q pôs, sem dúvida pertinentes! Q + n seja, a atitude do Sérgio alertou consciências...E dp vêm palermas para a tv kase a dizer k ele tinha ar d psicopata! Tenham dó!

T.P

 
At 15 junho, 2007 17:04, Blogger de la Serna said...

Estou estupefacto com todos estes comentários!

Ainda por cima tecidos por alunos de Direito!

Afinal estamos num Estado de Direito ou no faroeste?

Uma pessoa que agride outra à facada não tem culpa do que fez?

Haverá fim que justifique este meio?

As divergências resolvem-se em sede própria! A justiça não é feita por próprias mãos.

Acusar um colega de bajulamento só porque repudia uma agressão de um colega ao presidente da Escola de Direito não tem cabimento!

Quantos e quantos falam mal dos professores mas no entanto passam várias vezes pelos gabinetes destes e se desfazem sempre em mil sorrisos?

Que espécie de rectidão é esta?

Que espécie de frontalidade é esta?

No meu dicionário chama-se a isto hipocrisia e covardia e não frontalidade ou coragem!

O Sérgio, para quem o conhece desde que ele entrou para aqui, mudou radicalmente.

Passou de um rapaz introvertido e tímido, mas sempre simpático, prestável e com um sorriso na cara para toda a gente, para um rapaz isolado, que praticamente não falava com ninguém, com um olhar sempre distante e cabisbaixo. Com isto ninguém está a traçar qualqer traço psicológico, está só a constatar o que se verificava no dia-a-dia.

Entristece-me ver ao que isto chegou. Todos os acontecimentos que se passaram levaram ao culminar desta situação.

Terá razão ou não, nenhum de nós tem autoridade para o afirmar.

No entanto, nenhuma razão pode levar ninguém a cometer tais actos, a menos que estejamos perante situações de legítima defesa, estado de necessidade ou conflito de deveres (sim pasmem-se, sou alino de Direito da UM e consegui fazer Penal numa Escola que pelos vistos chumba toda a gente!). O Sérgio não estava perante nenhuma destas situações. Não tem o direito de dispor desta maneira da integridade física do Professor Luis Gonçalves.

O Sérgio agora vai ter de arcar com as consequências dos seus actos.

Não podemos fugir à responsabilidade dos nossos actos.

Caros colegas, assusta-me ver que estudantes de Direito teçam semelhantes considerações acerca do sucedido, tentem tornar o Sérgio num mártir e transformá-lo num bode expiatório para as frustrações que assolam alguns dos alunos desta Escola.

 
At 15 junho, 2007 17:26, Anonymous Anónimo said...

Quem disse que neste espaço só escrevem alunos de Direito?

Continuem assim. Façam de conta que nada aconteceu. O vosso trabalho é o curso de Direito. Estudem, estudem e deixem lá o que se passa à vossa volta.

 
At 15 junho, 2007 17:36, Anonymous Anónimo said...

Joao Leite quando pensei que ja nenhuma das suas atitudes me surpreenderiam eis que consegue superar se! Agora da uma de psicologo! Nao estou aqui a tentar defender a atitude que o sergio infelizmente tomou. Claro que a considero condenavel! Foi um acto de desespero. Existem atitudes da parte de alguns professores que mandam e desmandam conforme o estado do tempo que podem levar um ser humano que lut apelos seus ideias e por aquilo que julga ter direito a um estado de desespero gritante como me parece que foi o caso! Joao Leite conhecia assim tao bem o Sergio para poder tecer sobre ele o comentario? Olhe eu nao. Privo com o sergio em contexto de aulas somente.Nao me considero amigo do sergio mas sou colega e mais importante ainda neste caso sou aluno de direito da universidade do minho. Por isso consigo "entender" (nao se entenda justificar ou desculpar) o que se tera passado na cabeça do colega para tomar infelizmente aquela atitude! So espero que este infeliz acontecimento sirva para que as associaçoes de estudantes, para que a comunicaçao social e a propria sociedade pense um pouco sobre o que se passa no nosso curso! Acontecem coisas que como diz o povo "contadas ninguem acredita"!! Eu tambem ja fui vitima de injustiças gritantes durante o curso e com alguns professores. Nao estamos aqui a falar de pequenos desentendimetos com alguns docentes, falamos sim de verdadeiras faltas de respeito pelos alunos, de insultos baratos, de reprovaçoes infundadas, uma pouca vergonha!!! Nao , nao tenho qualquer orgulho em andar no curso de direito da universidade do minho. Podiamos ser grandes, talvez os melhores! Mas so "quem ca mora sabe o que vai ca dentro!!!". É pena nao podermos gritar aquilo que se sussura nos corredores... vai se sussurando nao va alguem ouvir e ai estamo tramados e podemos bem dizer adeus ao nosso cursinho! Faço um apelo aos meus colegas...vamos dar a volta a isto mostrar a nossa indignação! merecemos mais e melhor!!! chega de insultos, humilhaçoes... Fiquei admirado com o acontecimento, mais por nao ter acontecido mais cedo e pelo alvo atingido ter sido o prof luis gonçalves....nao deve tardar muito para alguem entrar em desespero e fazer o mesmo ao nosso "querido" nuno oliveira e companhia! Em direito na UM ou somos todos burros a partir do momento em que entramos na universidade ou entao algo se passa...
Quanto ao seu comentario joao tenha vergonha! mas quem o conhece bem sabe que ja era de esperar...eu nao conheço o sergio assim tao bem..o senhor conhece???? mas conheco o a si e esta tudo dito. Mas infelizmente sao os lambe botas e os filhos de papas que se vao safando.
bem la vai anonimo ...porque sera???

 
At 15 junho, 2007 17:38, Anonymous Anónimo said...

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At 15 junho, 2007 18:08, Anonymous Anónimo said...

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At 15 junho, 2007 19:19, Anonymous Anónimo said...

Palavras leva-as o vento.........
Para quê falar?.............
Para quê falar mais?..........
Não é tempo de palavra, apenas de reflexão.
A palavra é muda e inconveniente.
Quem fala pouco sabe e a emoção é castradora da pouca razão que subsiste.
E o tempo... esse encarregar-se-á de diluir o espanto e a indignação..
Pensem apenas e com um ligeiro travo amargo na boca que nem para todos o dia de ontem será como o de amanhã!

 
At 15 junho, 2007 19:29, Anonymous Anónimo said...

Meu caro de la serna,

Não faço a mínima ideia do que fazes nesta faculdade... Fizeste penal, muitos parabéns por isso! Eu também já fiz muitas cadeiras e se queres mesmo saber tenho tido boas notas, graças a Deus! Como não te conheço, desconheço se essa é também a tua situação. Contudo, não posso esconder que há nesta Escola um constante desrespeito dos direitos mais básicos de qualquer ser humano - o direito a pelo menos ser tratado com dignidade e não como um animal! Que farias tu se te atirassem a máquina de calcular, propriedade tua, para o chão, tal como assistimos ontem em pleno exame? Que farias tu se em frente a toda a gente ouvisses o mesmo professor insultar-te de pessoa fraudulenta em pleno exame só porque um documento que pelos vistos já devia estar na Secretaria sobre um pagamento de propinas qualquer, não estava, embora as tivesses já pago e regularizado a situação? Andas muito distraído e de facto os problemas da UM só te interessam de facto pelo lado que te beneficie nas notas...
Penso que ninguém está aqui a elogiar o comportamento do Sérgio... Isso é ponto assente de que foi horrível e, claro, nada mas mesmo nada justifica uma atitude dessas... Mas não são os teus escassos conhecimentos de direito que te conferem imparcialidade ou que permitem a qualquer fulano fazer as afirmações que faz sobre o carácter do Sérgio... Saber Direito, meu caro colega, não é marrar... e defender um Estado de Direito de palavra apenas! É saber que esse Estado se deve estender de forma efectiva para todos sem que por vias travessas (as vias do poder) seja perturbado o livre acesso de todos, mas mesmo todos, à justiça... Espera pelo resultado e vais como vamos ter Pintos, Valentins, Fátimas, e fulanos que tais, muitos anos pelas prais de Portugal! E não me venhas dizer que todos aqui estão a deitar a culpa no sistema... Trata-se apenas de evitar fazer uma análise precipitada como a que foi feita ilegitimamente. O julgamento do sucedido caberá obviamente às autoridades competentes... e é claro que é assim que deve ser. Mas também ninguém pediu um parecer avançado a Sua Excelência, o JL... Acho que é legítimo agora que pelo menos quem é próximo do Sérgio tente recompor a verdade sobre o passado dele... Ele sempre foi um óptimo amigo!

 
At 15 junho, 2007 19:45, Anonymous Anónimo said...

Isto vai endireitar...

 
At 15 junho, 2007 20:40, Anonymous Anónimo said...

Será?????????????????????????????
Rezemos então!!!
Com a turbulência que anda na escola de direito,este ano as notas hão-de ser um primor.
Comecemos a usar patas de coelho e outra coisas para o mau olhado, etc,etc,ou então spray de alho para atirar aos olhos de profs demasiado inconvenientes nos exames!

Beijinho bom

 
At 15 junho, 2007 22:53, Anonymous Anónimo said...

como aluna do curso de direito da UM não poderia deixar de me pronunciar...fiquei estupefacta com o que aconteceu, tenho pena que as coisas tivessem tomado estes moldes...mas tambem como aluna não posso deixar de dizer que é necessário reflectir...todos nós sabemos o que se passa dentro desta escola!!
infelizmente parece que foi preciso acontecer este trágico incidente para que se alertassem as consciências, espero que os alunos desta escola se unam para mudar o que todos parecem concordar...
numa assembleia geral dos alunos de direito no ano transacto pareceu-me notório que todos estavam de acordo em fazer algo depois dos escandalosos resultados nos exames de então...pelas mesmas notas, aos estudantes de direito era passado atestado de burrice... coisas normais para quem vem do secundário com médias altas, ou não tanto assim, mas que chegam à universidade e ficam menos inteligentes....
bem..nessa referida assembleia alguém até disse que iriam falar com os professores, com a presidência da escola para que a coisa se resolvesse e se apurasse de facto o que passava... resultado?!nenhum.
ouvi tambem nesse dia (e confesso que ainda tenho a mania de acreditar nas pessoas) que caso não se conseguisse o que se pretendia se iria avançar para a comunicação social...pressionar o nosso corpo docente para que mais não houvesse estas situações de arbitrio do "quero posso e mando" que tanta espécie me faz vindo de quem tem o direito e dever de nos ensinar desde o primeiro dia que a justiça é atribuir a seu a seu dono...
infelizmente a escola de direito chegou aos noticiários por este motivo!
isto é o que deve ficar deste lamentável desfecho! não cabe a ninguém fazer juizos de valor sobre quem não se conhece...
falemos das coisas que conhecemos de facto eque todos parecem estar de acordo: a nossa escola está mmuito mal, podre até...e não por nós estudantes, mas por aqueles que que nos deviam deixar qqualquer coisa mais do que vontade de desistir...mas esse gostinho não podemos dar!

 
At 16 junho, 2007 14:06, Anonymous Anónimo said...

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At 16 junho, 2007 15:49, Anonymous Anónimo said...

Sérgio: ninguém te louva a atitude, mas agora q tá feita resta-te arrependimento e assumir as responsabilidades e não fica mal de todo pedires desculpe ao Prof. mesmo que t sintas injustiçado.
Sabes, eu q tenho idade para ser teu pai, q cheguei a ter cadeiras de 4º ano, a determinada altura por respeito a mim próprio desisti do curso de Direito da UM por não suportar alguns senhores DRs (não lhes publico o nome pois não o merecem e todos sabemos quem são) e jamais lhe poderemos chamar professores, pois isso era insultar aqueles q verdadeiramnete o são) e por isso compreendo a tua atitude irreflectida.
Rapaz: que todos estes testemunhos te servim para abonar a teu favor em tribunal. Serve-te deles para que haja justiça.
Pede aos teus pais um pouco mais de sacrificio e vai a uma privada ou a uma pública e acaba o curso.

Aos colegas que conheçam o JL digam-lhe que mude de curso (talvez psicologia) e q seja cobaia em psiquiatria, pois ele é um caso de foro psiquiátrico.
Um abraço

Ao prof. Luís Gonçalves: melhoras e restabelecimento rápido, que este caso que o atingiu seja exemplo para outros que "gozam" com a cara dos alunos e, por fim, perdoe ao moço, pois tb, o Prof., no caso do seu doutoramento, sentiu na pele o que é ser vitima de injustiças.

 
At 16 junho, 2007 16:54, Blogger de la Serna said...

Caro anónimo se não sabes o que faço na faculdade também eu não sei o q e tu fazes pela faculdade... ando a tirar o curso de Direito, acho que isso que basta!

Se tiro boas notas ou más notas, não interessa a ninguém, se calhar não tiro tão boas notas como gostava de tirar mas não culpo ninguém por isso, se estudar mais um pouco do que às vezes estudo, então os resultados serão melhores.

Já chumbei um ano e nunca culpei horsters, nunos oliveiras e companhia!

Culpei-me e culpo-me a mim porque sei muito bem, e tenho o discernimento suficiente para saber que o facto de não ter estudado o suficiente é provávelmente a única razão do insucesso.

Claro que podemos culpar a metodologia napoleónica do ensino do Direito em Portugal, mas isso em si, acaba por não ser o mais importante, porque essa metodologia, quer queiramos, quer não, formou gerações e gerações de juristas em Portugal e por toda a Europa.

Se não percebeste a ironia quando afirmei que já tinha feito Direito Penal... tabém não vou ser eu que te vou explicar essa mesma ironia...

Mas fico contente por ver q a única coisa que rebateste foi o facto de eu já ter feito Penal e questionares-te o que ando a fazer pela Universidade!

É que além de estudar faço (ou já fiz) muitas mais coisas na Universidade, digamos que sou um elemento activo da academia (ou já o fui mais).

Depois acusas o Hörster de racismo... bem, eu também estive nesse mesmo exame de Direito da Família e Sucessões que tu e vi bem o que o Hörster fez. Avisou que não queria qualquer tipo de máquina em cima da mesa, fosse ela de calcular fosse ela de fazer chamadas ou enviar sms's... algumas pessoas não fizeram o que ele disse... e não foram só pessoas de tez mais escura ou africanos! Vi a fazer isso a um colega africano, como o vi a fazer o mesmo a uma colega que por acaso até é bem branca e de olhos claros, quase que podia vir dos mesmos sítios de onde veio o Prof. Hörster...

Ele avisou, não cumpriram, foi ele benevolente em nem ter anulado o exame, já que havia muita máquina de calcular que nem científica era, era gráfica. E os exames, como todos nós sabemos são para serem feitos sem fraudes, auxiliares de memória ou outros truqes que tais... agora daí a acusares de racismo... vê lá bem o que dizes e não vejas as coisas à tua maneira...

No entanto, estamos aqui a desviar-nos do assunto, que foi a agressão do Sérgio!

Caros amigos e colegas, agrediu vai ter de sofrer as consequências.

Queria um estatuto de deficiente por ser gago? O prof Luís Gonçalves não tem culpa, pasmem-se! Não é ele que atribui os estatutos!

Queria ser finalista e diz que Bolonha não lhe possibilitou tal façanha? É um pouco difícil ser finalista com 13 cadeiras em atraso...

Estava revoltado com o processo que instaurou ao prof Hörster? Para a próxima tem de pensar melhor quando quiser instaurar um processo sem provas... quem nos garante que ele também não invadiu o gabinete do professor? Sem provas podemos dizer tudo meus caros senhores....

E com tudo isto, não quero dizer que não tenho pena do Sérgio, Tenho pena, porque é um colega com apenas 24 anos que acabou de estragar a vida dele. Tenho pena, mas no entanto acho que ele deve ser responsabilizado pelo que fez, senão isto torna-se numa terra sem rei nem roque, como se costuma dizer.

 
At 16 junho, 2007 18:10, Anonymous Anónimo said...

OK, o Sérgio falhou. Agora deve pedir desculpa e o ofendido entenderá o que fazer, sendo certo que não quererá a vingança e deverá ajudar quem precisa.À associação de estudantes, ao senhor Reitor da U.M. e ao senhor Ministro do Ensino superior, pedem-se agora medidas e reflexão porque são graves os comentários feitos a dois "professores" e aos resultados verificados ás suas disciplinas ao longo dos últimos Anos.Não basta ensinar com citações,fazer curriculum e reprovar alunos, justificando mais propinas,subsidios e postos de trabalho garantidos.Tudo bem governem-se mas não à custa do elo mais fraco, os alunos.Se nada justifica uma agressão, também os antecedentes ,se existem,merecem ser esclarecidos por pessoas isentas.Valerá a pena pedir ao srº Ministro que averigue os comentários suscitados com esta lamentável ocorrência.A U.M. não são apenas dois Doutores e os alunos não podem ser vitímas de vaidades pessoais ou arrogância sem limites.Senhor Ministro mande investigar o que é dito nos comentários a este caso porque o Curso de Direito parece estar em causa.São demasiados alunos a reprovar ás disciplinas dos visados, algo vai muito mal."... Qualquer um pode zangar-se--- isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na justa medida, no momento certo, pela razão certa e da maneira certa--isso não é fácil." Aristóteles. O Sérgio precisa de apoio, não de provocações.Ensinar é uma profissão que requer formação humanista, compreençao para com aqueles que devem constituir o objectivo do ensino.Os intocáveis esses podem ser dispensados com uma " vassourada" dum Ministro,sempre que abusem do poder. Não será assim meus senhores. Braga ainda é Portugal... Que alguém ponha ordem na confusão que os comentários, parecem indiciar.Braga não é o fim do Mundo...Anónimo, porque tenho familiares a estudar nesta Instituição e com tais mestres,eles podem ser vitímas das minhas opiniões...Não acredito esta situação ocorresse em Coimbra ou na Univ. Católica, por exemplo...Aí os estudantes são tratados como tal.Acreditem desconhecia os métodos praticados nesta escola de Direito e fico com pena daqueles que optaram por Braga,mesmo tendo médias elevadas de entrada...Os comentários demonstram o ensino está doente e são preciso reformas tb. nas mentalidades de quem é pago e bem pago, para ensinar...Memorizar, citar, exigir, é muito pouco, não serve para quase nada no futuro desses jovens, desejosos de saber, aprender, compreender, criticar e entender, adquirir conhecimentos que lhes sejam úteis na vida, depois da Universidade.Não queremos no país Universidades onde os professores ganham dinheiro e os alunos pagam propinas. Isto é muito pouco,o Estado quer algo bem diferente...Fique tb. claro que os casos comentados, referem apenas duas pessoas e não a vitíma, sinal evidente de que existem muitos outros Professores merecedores de todo o respeito por parte dos alunos... Nem tudo é mau nesta prestigiosa Instituíção de ensino Público...

 
At 16 junho, 2007 18:36, Anonymous Anónimo said...

Afinal existem ou não antecedentes que contribuíram para o desatino do jovem? Os Profs citados em alguns comentários são assim tão importantes? Que faz a associação de estudantes de Direito? Que metodologias são seguidas neste curso,para falarem em muitas reprovações?É assim difícil esse Curso de Direito ou são alguns profs que o querem complicar? Já solicitaram ao srº Ministro do Ensino superior uma análise ou averiguações sobre o que dizem está errado? Se são prepotentes porque não foram ainda chamados à responsabilidade? Não é passividade a mais? Perante tantas interrogações, o aluno tem responsabilidade absoluta, nada justifica partir para uma agressão. Agora pedir desculpa e sensibilizar o ofendido será o minímo exígivel, antes que seja tarde. Que o bom senso prevaleça e o Sérgio tenha uma oportunidade. É novo merece alguma tolerãncia.Quanto às razões eventualmente existentes, serão sempre difíceis de provar e sabemos o aluno é o elo mais fraco.Que esta questão mereça dos responsáveis do ensino alguma atenção, numa altura em que se debate a reforma do ensino e as reformas dos funcionários da AP.

 
At 16 junho, 2007 19:00, Anonymous Anónimo said...

«Que metodologias são seguidas neste curso,para falarem em muitas reprovações?É assim difícil esse Curso de Direito ou são alguns profs que o querem complicar?»

Não sei qual é o número exacto de alunos de Direito, mas à não muito tempo eram cerca de 1000. Entram entre 100 a 120 por ano, normalmente. É fazer as contas...

 
At 16 junho, 2007 19:03, Anonymous Anónimo said...

Como foi possível! Surgiram comentários... sinal de que a questão sendo séria mereceu a atenção dos estudantes.Todos concordam o aluno errou e muitos aproveitam para referir duas pessoas, como maus exemplos de ensino.Parece claro são pouco humanos e esquecem que foram alunos...Interessados em quê? Compete aos responsáveis máximos da UM e do ensino superior averiguar o que está a acontecer neste caso. Na verdade o problema é grave, trata-se de põr em causa o próprio sistema de ensino, daí que seja matéria para o próprio Ministério mandar averiguar.Em causa o respeito pelos alunos e a dignidade dos que se dizem vitímas, os alunos. Em causa os visados e o seu direito, enfim são várias as questões suscitadas mesmo que anónimamente.Julgo tb aqui se reflecte já alguma censura e receio de perseguições. Ou será por os Doutores assustarem os alunos? Acham isto normal? Eu não. Para não ser diferente e apenas por esta vez, sou tb. anónimo...

 
At 16 junho, 2007 19:27, Anonymous Anónimo said...

Suscitou-me curiosidade a notícia e os comentários. Perdoem-me a ironia, mas digam lá " esse Alemão, esse Famalicense e o tal JL, fazem parte das novas aquisições do Sporting de Braga? São assim mais valias? Não costumam ver cartões vermelhos? O aluno errou, agora é tempo de reconhecer a falha e emendar o que for possível.O Professor parece está quase bom, ainda bem.Quanto aos dois " indesejáveis" corram com eles, avaliem-nos em função das reprovações fruto dfo mau serviço que prestam.Até eu que não sou aluno entendo isto, portanto são vocês académicos que têm de pedir ao Srº Ministro, faça alguma coisa...Agora ninguém é obrigado a aturar professores que não se preocupam em transmitir conhecimentos e apenas querem que o tempo passe o salário venha e a reforma cresça com o tempo e a idade...Vá lá jovens, coragem não desanimem e acordem.Vocês são o futuro e esses professores rápidamente serão esquecidos e lembrados apenas pelos piores motivos.

 
At 16 junho, 2007 19:45, Anonymous Anónimo said...

Foi notícia triste e merece censura, mas nada de tão grave que não mereça tolerância...Agora os dois Professores mais visados nos comentários, esses sim, deviam merecer foto de imprensa pelo seu valor.Pelos vistos são o posso mando, quero e cala-te ou só sais do Curso quando eu decidir! Grandes mestres ou não têm filhos ou são fracos pais... devem ter problemas de afirmação pessoal e vingam-se nos alunos. Tb pode suceder haver algum exagero na apreciação.Enfim o melhor será mesmo, cumprimentar na rua com um olá srº Doutor para ver se sai nota 10.Se eu fosse aluno havia de estudar e exigir ver os testes, para depois conversar, à boa maneira de antigamente com tais valentões.Afinal são apenas dois professores e o Curso deve ter muitos mais e bons professores.Falam em 1000 alunos, então não deve ser ssim grande o numero de reprovações ás cadeiras dos dois mestres? Vejam lá o que se passa e estudem antes de pôr em causa gente "boa".

 
At 16 junho, 2007 20:39, Anonymous Anónimo said...

Meus amigos, vocês afinal são mesmo medrosos.Então vale tudo... O Homem deita a máqui´na de calcular ao chão e ensina Direito de Familia e não sei que mais? Se fõsse com filho meu ou comigo, esperava-o em qualquer lugar e aí acertavamos contas.Todos temos o dever de respeitar o outro, mas também o outro tem de saber respeitar-nos.Que raio de Professor é esse que abusa do poder? Que alunos são esses que o defendem? Então aprovam um tal acto? Chega de beijar a mão a quem só dá pontapés.Queria ver esse homem agir assim perante alguém com 1,90 de altura e 95 Kg de peso! Bem sejam justos e não queiram nunca justificar actos de falta de educação, pior se o exemplo vem dum Professor...É pena mas pelo que vejo isso aí em Braga parece um jardin de infância e não um Curso superior.Aprendam que o exemplo vem de cima e a educação não depende da cultura ou posição social. Na minha terra a quem assim proceder chama-se um nome feio(besta).Desculpem a linguagem mas chega de servilismo perante o poder de mediocridade...

 
At 16 junho, 2007 21:16, Anonymous Anónimo said...

Expliquem que não entendi.O professor que se diz agrediu um aluno é o mesmo que agora dizem atirou a máquina de calcular do aluno ao chão? E há alunos que o defendem? Esquesito.Onde estão os restantes responsáveis da Escola de Direito e o próprio Reitor perante tal desfaçatez? Sr.º Ministro, veja o que se passa em Braga, por favor faça algo, ou mande simplesmente gente de Lisboa investigar.É assunto que merece ser notícia em Bruxelas.Então em Portugal e no ensino superior isto é assim...Que ricos mestres temos a dar aulas no Estado...

 
At 16 junho, 2007 21:25, Anonymous Anónimo said...

É exactamente isso que entendeu.
É exactamente o mesmo professor, o que foi alvo do processo instaurado pelo aluno, é o mesmo que atirou a maquina de calcular de outro aluno em pleno exame.

É o mesmo que faz muita coisa...Tal como em plena oral dizer a uma senhora que ela devia ir pra casa lavar a roupa e a loiça pois para Direito não tinha quaisquer capacidades intelectuais para o fazer.
E tambem numa primeira aula de uma cadeira que lecciona, disse aos alunos que pedir revisão/recurso de prova só resulta em ficar com uma nota bem pior do que antes...

Tentem perceber bem o que se passa nesta Escola que se diz de Direito....

 
At 16 junho, 2007 21:54, Anonymous Anónimo said...

Meu caro anónimo então você sugere um processo disciplinar ao mestre? Nem pensar, dificilmente naquela sala o ofendido arranjaria duas testemunhas para narrar o que viram.Nunca mais terminavam o curso.Alguma vez num outro País da CEE isto podia acontecer? Claro que não.O Homem sabe quem tem e por isso faz o que quer.Tenham paciência sorriam e esqueçam...

 
At 16 junho, 2007 23:29, Blogger de la Serna said...

O professor não atirou a calculadora!!!Pôs-la debaixo da mesa do aluno, e não foi só à hipotética vítima de racismo, foi a mais pessoas...

Enfim! As coisas têm de se ver com olhos de ver e não tentar encontrar malicia em qualqer acto de quem não gostamos!

Ele é exigente a corrigir? É sim senhor! Agora, daí a tentar encontrar requintes de malvadez em tudo o que o homem faz vai uma longa distância!

 
At 16 junho, 2007 23:30, Anonymous Anónimo said...

"De resto, acrescenta Cláudia Castro, este caso foi particularmente chocante para a Escola de Direito pelo facto de esta ser uma faculdade onde alunos e professores mantêm "excelentes relações".

In "Público On-Line" 15-06-07

A eleita representante dos estudantes de Direito da U.M profere este tipo de declarações e eu não posso deixar de manifestar o meu desagrado como ALUNO pois ela saberá tanto como eu que é mentira...essencialmente, é mentira!Terá ela, no seu ar de "freirinha", receio de alguma coisa?Fica a pergunta...
Depois reparo aqui nesta secção de comentários com um tal de "de la serna" que claramente tem muito de atrasado mental pois é aluno cm eu e sem concordar com a atitude do Sérgio, sabe que para professores como o prepotente Horster não há defesa possível!
Uma última palavra para JL que espero que tenha conseguido entregar a tempo a caixa d mon cheri ao professor Luís...antes que derreta claro!

Fiquem bem e bom estudo!

 
At 16 junho, 2007 23:36, Anonymous Anónimo said...

"de la serna" meu caro escreve "pô-la", é capaz de ficar melhor!
Ainda bem que não foi o Horster a corrigir, mas tu com ele podes bem!Está visto!

 
At 16 junho, 2007 23:42, Blogger de la Serna said...

Atrasado mental deves ser tu que além de insulto gratuito e barato não consegues refutar argumento nenhum! Nem mesmo construir um!Acho que o que fazes mesmo de bom é desejar bom estudo e continuar o teu! Do resto não se aproveita nadinha do que dizes. Cheio de receio que tu estás de tecer um comentário com algo que se possa de chamar de consistente:) Afinal quem será o atrasado mental?

E antes de terminar o comentário deixar aqui uma palavra em relação às taxas de reprovação. Vocês pensam que as taxas de reprovação na UM em Direit são elevadas! Toda a gente diz o mesmo! Que as taxas de reprovação são mais elevadas que no resto do país, mesmo do que em Coimbra! Agora imaginemos: na UMinho entram 100 alunos por ano sendo anteriormente 120, temos um total de 890 alunos, mais coisa menos coisa. Em Coimbra entram 300 alunos por ano, têm mais de 3000 alunos! Agora é fazer as contas Onde é que as taxas de reprovação são mais elevadas?

 
At 16 junho, 2007 23:45, Blogger de la Serna said...

Obrigado pela correcção anónimo será tomada em conta! Mas com o Hörster nunca tive qualquer tipo de relacionamento além de lhe entregar a folha no final do exame e pouco mais. Se isso fôr aguentar com ele, então posso bem com ele.

 
At 17 junho, 2007 00:13, Anonymous Anónimo said...

Só digo uma coisa:
Só se consegue algo com muito esforço, e só não passa quem não se esforça nos estudos. Só em raros casos(porém cada vez

maiores) em que não conseguem passar porque é mesmo burro e merece respostas dos profs arrogantes.

Quanto ao Sérgio...este não tem razão!!! e ponto final!! Mts q aqui escrevem estão implicitamente ou explicitamente a dizer q

ele tomou tal atitude por causa da própria arrogancia do "alemão". Tenho apenas pena desse pobre rapaz, que merecia sim um

acompanhamento constante e de não ser criticado,como esse tal de JL fez.

Mas uma coisa é engraçada...meu irmão, quando entrou na universidade do minho ao fazer uma simples pergunta a uma senhora da

secretaria , teve como resposta:" por acaso o senhor é analfabeto??não sabes ler??" Podemos dizer aqui que é um sinal de

ignorância? de estupidez? pois é... mas o mais engraçado é que meu irmão não pegou em nenhuma faca ou qualquer outra arma pra

atacar ela. Simplesmente estudou absurdamente e terminou o curso com a sexta maior média da universidade do minho no ano

passado...engraçado demais. Ou seja, respeito não se ganha e sim se conquista.

Agora , desculpa, chamar a presidente da AEDUM de freirinha??? hahahaahaha. Ao menos vimos uma associação que realmente

representa os alunos e não uma tal de elsa, que parece ser mais formada por top models de quinta categoria...Ela em nenhum

momento da sua direcção abaixou a cabeça com relação aos profs, não é a tóa que essa tal " freirinha" é tão respeitada que

outro dia o tal " alemão nazista, racista e de coração frio" a chamou de SR. DOUTORA sem nenhum sinal de deboche ou

arrogância,mas sim respeito pelas suas capacidades.Mais uma vez, ela é que conquistou o respeito...

P.s.: De la serna, estou ctg!! em nenhum momento discordei de ti, e vejo que és o unico capaz de ter um mínimo de inteligência

no meio de tantos frustrados....
Paz!

 
At 17 junho, 2007 00:37, Anonymous Eduardo said...

Meus amigos, gostaria de começar pelo assunto da calculadora, que um determinado sujeito que se intitula professor fez. Em pleno exame atirar a calculadora do aluno ao chão?!? Como é?!!

Falando por mim, considero-me uma pessoa que respeita os professores, tal como qualquer outro ser humano. Contudo, isto é um insulto ao respeito que qualquer pessoa é obrigada a ter por qualquer outra, pelo que não estou certo de conseguir, em tal momento, manter o respeito e educação que sempre me foi incutido no seio familiar… Possivelmente ser-me-ia extremamente difícil controlar-me e não responder “na mesma moeda”. Mas acreditem que, se o conseguisse, tal actuação seria de imediato reportada à Reitoria e a quem, no momento, entendesse pertinente. Este sujeito, não pense que é intocável porque não o é; ninguém é.

Quanto ao infeliz acontecimento da agressão, claramente não era preciso chegar a esse ponto. Mas, correndo o risco de ser controverso, pelo que tenho lido aqui e pelos conhecimentos que tenho no curso, arrisco-me a dizer que quase foi merecido.

Para finalizar, só tenho mais uma coisa a acrescentar: força para o pessoal de direito da UM, que passa as passas do Algarve para conseguir o canudo, que bem merecem, pois com sujeitos destes a dar aulas, a vossa vida é negra!!!

Não desistam e mais uma vez força! Mostrem a esses "professores" que podem ser melhores do que eles!

 
At 17 junho, 2007 00:57, Anonymous Diogo Andrade said...

Enfim, tristes cenas se fazem na Universidade do Minho, mas que servem de certo modo, de aviso para evitar situações semelhantes no futuro.

Pelo que li e vejo no dia a dia, é raro o aluno (sobretudo Curso de Direito) que se "auto-contenta" pelo facto de estar a estudar na Universidade do Minho.

Porquê? Simples, ora vejam: um aluno finalista do Ensino Secundário (da região centro por ex.), anda na "fase" de escolha para prosseguir os estudos no Ensino Superior. Repara na Universidade do Minho, lá longe no Minho, pela sua (dispendiosa e graciosa) publicidade de Universidade do futuro, com logótipos modernos, alunos com computadores modernos, com banda larga "a pala", edifícios ultra modernos, etc., etc...escolhe então esta Universidade.

Passam 5 meses desde o seu ingresso na "UM" já o aluno se vê com vontade de fugir deste verdadeiro regime.

Comentam os alunos de direito, que é um autêntico regime feudal que a Escola de Direito vive. Mais grave ainda, é a verdadeira violação das suas expectativas na constatação de que, da publicidade de Universidade ultramoderna, na prática, tudo ou nada muda em relação ao que se passa em Coimbra (ou mesmo na "UM" nos anos 80).

Pior ainda é o facto de – FACTO CONHECIDO POR TODOS OS PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DO MINHO E NÃO SÓ – alguns dos colegas "docentes" da ED sejam dos mais arrogantes e mais autistas da "UM", facto que se comprova: nas notas dos alunos; nas transferências para outros cursos ou faculdades; nas relações externas da ED; nos conflitos entre Escolas – EEG/ED – e mesmo para com os coitados dos alunos, que pagam e pagam para que docentes de avançada idade que fazem com que haja situações de enorme desconforto para a Universidade do Minho continuem por cá...

Urge portanto uma nova Entidade Independente de avaliação do Ensino Superior Público, pois com os critérios internos todos sabemos que os verdadeiros dados nunca chegam a ser revelados, muito menos estudados ou mesmo resolvidos.

Coragem aos alunos (não apenas os que estudam, mas aqueles que acreditam), coragem aos verdadeiros docentes (aqueles que vêem na Universidade do Minho uma peça chave para o futuro e não como mais uma fonte de rendimento).

Diogo João de Andrade

 
At 17 junho, 2007 01:17, Anonymous Anónimo said...

ao sr. da paz da américa latina...
olhe caro "amigo", a AEDUM trabalha. Lá isso trabalha...ESTE ANO!! Triste ver uma associação que durante tanto tempo esteve só para pretexto de alguns sr.s subirem para paramares políticos, para terem status...a Presidente, que muito respeito, está a realizar um exelente trabalho pelas suas competencias e pela sua nova equipa(pena tenho que metade da equipa tenha sido imposta em MESA...) Mas se vermos bem, a ELSA sempre esteve ao lado dos alunos de direiro. Participamos em actividades da AEDUM. E quando sairmos, saimos de consciencia tranquila pois realizamos projectos sens fins políticos ou sem fazer da nossa sede uma sub sede de uma estrutura de juventude politico partidária de esquerda. Pena tenho que a "Associação de TODOS os estudantes de direiro" seja também a Sede da Juventude Socialista da Universidade do Minho, e ter sempre a mania - direcção -(os "pequenos grandes membros históricos") de se meter em assuntos que nãos lhes diziam respeito:
-em assuntos da ELSA,
-em assuntos da AAUM,
-em assuntos da Praxe,
-em assuntos de outras AE..
Enfim, sempre utilizaram a AEDUM como pretexto para se meter em tudo o que era susceptivel de eleições e cargos!
Ao "amigo latino" uma pequena reflexão: se perder a AEDUM, que vai fazer na Universidade? Vai aparecer por cá? Vai continuar a ser de Direito? Alguem o conhece sem ter a etiketa AEDUM na testa?...hum, não me parece meu caro! A ELSA marca a diferença por estar desligadas de politikices...nem de depender de nenhuma estrutura politico-partidária. Muitos menos os seus membros. E os que pertencem, não teem a frieza nem a lata de utilizar a organização para fins políticos!

 
At 17 junho, 2007 01:31, Anonymous Anónimo said...

Depois de ver as notícias na televisão, ler o vosso blog e não conhecer nada pessoalmente, nem a escola, nem o referido aluno, veio-me à memória uma história que meu pai contava e que não sei se pelos contornos do que ouvi nas notícias fui buscar às minhas memórias
Esta história real ouvia-a há mais de 30 anos e ter-se-á passado muitos anos antes.
Não quero deixar de referir que não concordo com qualquer tipo de violência, nem numa sociedade civilizada se pode admitir quer ela seja física, quer psicológica.
Então é assim:
Há muitos anos, um senhor com um defeito físico, que na linguagem popular se chama "corcunda", matou um outro cidadão. Segundo a história, o referido cidadão durante toda a vida do "corcunda" passava por ele na rua e cumprimentava-o em ar de gozo dizendo "Bom dia Corcundinha". Um dia, o referido "corcunda" matou-o e foi presente a tribunal para ser julgado pelo crime horrendo que tinha cometido. O juiz era um senhor calvo. O advogado de defesa, para surpresa de todos, estava sempre a aludir ao facto do juiz ser calvo, não de uma forma insultuosa, apenas a lembrar o facto do "Sr. Juiz ser careca". Claro que todos estavam surpresos pela atitude do advogado de defesa, pois era nítido o nível crescente de irritação do juiz.
A certo momento o Juiz ‘passou-se’ e interpelou o advogado proibindo-o de tornar a referir-se à sua calvice, de uma forma visivelmente alterada.
Foi nessa altura que o advogado disse ao juiz: ‘Pois Sr. Dr. Juiz. E só estou a alguns momentos a referir-me à sua calvice. Já pensou o que será alguém ouvir, uma vida inteira, o que este senhor ouviu sobre o seu defeito físico?
Segundo me contaram o referido corcunda foi ilibado.
Não entendo nada de justiça ou mesmo de leis. Só posso tentar entender o comportamento humano.
Embora aqui se refira um defeito físico, o que me fez lembrar esta história não tem a ver com defeitos, mas sim o que levará um aluno de 24 anos a destruir a sua vida e cometer tal acto. Será na realidade um ser humano perigoso que opta facilmente por resolver de forma violenta as suas questões. Terá sido num momento de loucura que ele agrediu o primeiro que lhe apareceu à frente... Não me parece um crime pensado e estruturado. Os criminosos não o fazem em lugar público de forma a serem logo identificados. E assim se poderá levantar muitas hipóteses …
Depois de ler os vossos posts, penso que só os alunos e os professores sabem a verdadeira razão. Gostaria apenas que todos quantos estão ligados à Escola de Direito fizessem uma reflexão, porque só assim a nossa sociedade melhorará para que outras situações trágicas como esta não se repitam

Obrigado por me “ouvirem”.

PS: Como a maioria escreve anonimamente, sigo a tradição. Mas questiono-me "porque será?".

 
At 17 junho, 2007 01:40, Anonymous Anónimo said...

Não desloquem a questão que está aqui a ser discutida para velhas e eternas guerras entre associações.

Reflictam antes sobre o estado da Escola de Direito. É pelos alunos do Curso de Direito que estas associações existem, para a sua defesa.

Fixem esse objectivo!

 
At 17 junho, 2007 01:57, Anonymous Anónimo said...

Caro "de la serna"

Nunca lhe ensinaram, certamente, que quando se fala de taxas de reprovação usa-se as percentagens que significam "POR CEM". Portanto quando se fala de altas taxas fala-se em percentagens. Logo não interessa se são 100 alunos ou 1000 ou 3000. Por exemplo 15%, quer dizer 15 em cem. Espero que esta explicação detalhada o faça compreender que não importa o número de alunos. Claro que o caro "de la serna" não é obrigado a perceber de estatística.

 
At 17 junho, 2007 02:11, Anonymous Anónimo said...

Já agora, que formação em pedagogia terão esses senhores para ensinarem? Porque terão os alunos dos cursos de ensino de fazer agora um mestrado em pedagogia para dar aulas e estes senhores pq não hão-de ter tb uma formção obrigatória para tal?!?!

 
At 17 junho, 2007 02:25, Anonymous Anónimo said...

Para quem conhece o Sérgio, todos nós sabemos que ele é um rapaz super educado,super calado e timido, atencioso e amigo. Justificar a atitude dele, nao o posso fazer, compreende-la, totalmente. Dsclp a expressão, estou-me a cagar para guerras entre associações. Que a AEDUM este ano tem trabalhado, é verdade, mas é bom de referir,ESTE ANO. E independentemente disso, nao é verdade que os professores e os alunos se relacionem bem. Isso é mentira e qq pessoa,nem precisa de andar na UM, basta ler estes posts se apercebe disso. Mas já que estamos num blog e a maior parte dos posts estao em anonimo, quem de quem aqui escreveu teria "tomates" para dizer a comunicação social a verdade cara a cara?? Se nem aqui no blog o fazemos!
Relativamente ao que aconteceu, a violencia nao leva a lado nenhum, e por mta arrogancia e prepotencia que os nosso professores tenham,nao o justifica e nao o desculpa.
Ainda a pouco tempo, houve uma conferencia da ELSA com o tema: Pedagogia no ensino de direito, para quem la esteve, eu so vi tres pessoas a falarem, dois membros dessa associação e uma aluna. De resto ninguem abriu a boca, ninguem tinha nada a dizer? Eu tinha, mas por saber que " ainda me queimo" ou pensar, deixa-me estar calado pq senao sao menos umas cadeiras que eu faço este ano. Quantos de voces é que ja se sentiram assim? Quantos é que ja foram ver exames e apesar de nao concordarem em mt com a correcção, se calam na perspectiva de terem ou uma oral dentro de dias, ou por quererem fazer a cadeira pelo menos o mais rapido possivel e se falarem honestamente o mais provavel é passarem a ter sp 7 durante varios anos. Em qntas aulas ja estiveram em que ouviram comentarios absurdos, mas nao retroquiram pq sabem que ficam marcados? Se sorriu para o prof? Claro, se é hipocrisia? É, sem duvida. Mas no fim sao eles que tem a faca e o queijo na mao e se quero, pq quero, sair dali de dentro o mais rapido possivel, para REALMENTE aprender alguma coisa, na pratica, sei, cm qq aluno da UM em drt que tenho de me calar e de preferencia ter um sorriso estupido na cara.
Já agora uma sugestao, pq nao uma RGA de alunos? Sera que isto nao chega para irmos a CS? Que é preciso mais? Alguma morte?
Obviamente, as melhoras para o Prof e muita FORÇA para o Sergio, pq és um optimo miudo e apenas cometeste o erro de deixar que eles chegassem ate ti.
Boa sorte nos exames para todos.
RESISTIR É VENCER!
E para nao variar, e pq será,Anonimo! Ah, ja agora, a proposta de lei da OA para ser obrigatorio dois anos de mestrado esta pronta, vamos continuar a espera que a aprovem?

 
At 17 junho, 2007 03:05, Anonymous Cláudia said...

Tenho seguido atentamente o que por aqui se tem escrito sem, no entanto, me manifestar por considerar ser a atitude mais sensata dado o momento e dado o cargo que ocupo. No entanto,ao ver-me directamente implicada em certos comentários não posso deixar de manifestar alguns esclarecimentos: a tal frase do jornal "Público" que indignou o aluno ANÓNIMO foi realmente proferida por mim e é (perdoem-me a ingenuidade) a ideia GERAL que tenho dos relacionamentos entre alunos, professores e funcionários (REPITO NO GERAL)!!! Agora pergunto, se há queixas, observações, reclamações porque será que eu não as oiço???? Respondo: talvez porque em três anos de permanência nesta universidade nas dezenas de AGEDUM's que foram realizadas, apenas 2 foram realmente participadas... E dessas duas realmente participadas fez-se justiça para NÓS alunos, e porquê? Porque havia FORÇA, UNIÃO!! Se a AEDUM existe não é só para ser criticada por quem a ela nem sequer uma única vez recorreu, é para que os alunos a ela se desloquem e informem dos seus problemas (lembrem-se que nós não adivinhamos). Jamais virei costas a qualquer aluno que tenha pedido ajuda. Terei ar de santa como alguem ANONIMO afirma ironicamente??? Não é essa a imagem que pretendo passar...sou apenas (e quem me conhece sabe disso) uma pessoa "da paz" e foi assim que sempre lutei pelos direitos dos alunos mesmo quando estes não eram bem vistos por outros...e pela paz foram alcançados muitos acordos que beneficiaram em tudo os alunos de direito! Acrescento: não tenho medo de falar, de ir contra a ideia de um professor porque sempre o fiz de um modo firme mas educado e sempre recebi, reciprocamente, igual educação e respeito pelos ideais dos alunos!
Sobre o infeliz acontecimento do passado dia 14, não tenho mais nada a acrescentar do que a posição oficial da AEDUM que todos podem consultar em www.aedum.pt

Assina sem medo: a "Freirinha" Cláudia Castro

 
At 17 junho, 2007 06:17, Anonymous Anónimo said...

Inicialmente, não queria fazer este comentário, mas não consigo evitá-lo.

Acho que, efectivamente se desferiram alguns "golpes" à Cláudia totalmente desnecessários. Todos sabemos, por poucos mas alguns exemplos passados, que mesmo a AEDUM e os seus membros, nem sempre podem assumir determinadas posições, ainda que em representação dos alunos, pelos "riscos" que correm.

Ao mesmo tempo, considero que direccionar as energias contra a AEDUM, neste momento, parece-me despropositado, até porque, e nisto concordo com a Cláudia, quanto mais unidos, mais força teremos. Mas para quê? Para ao sermos muitos e unidos melhor escondermos o que se passa?

Penso que uma tomada de posição oficial da AEDUM era adequada. Demonstrar o apoio ao professor era adequado. Repudiar o acto do Sérgio era adequado. Agora afirmar que “as relações entre funcionários, docentes e discentes primam pelo respeito, simpatia, compreensão e acima de tudo um ambiente de convivência exemplar.”, isso penso que é desadequado, bajulador e ridículo.

Efectivamente é honesto, não colocar os docentes e os alunos todos no mesmo “patamar”.
A título de exemplo, posso sem qualquer reticências, nomear o Professor Doutor Cândido de Oliveira como uma pessoa extraordinária que muito me orgulha conhecer e ter como Professor.
Infelizmente, esta não é a realidade corrente no nosso curso.

De todo modo, como alguém disse, um dia:

“Pode-se enganar pouca gente por muito tempo, pode-se enganar muita gente por pouco tempo, mas não se pode enganar muita gente por muito tempo”.

 
At 17 junho, 2007 09:42, Anonymous Anónimo said...

O JL conseguiu o "milagre" de pôr os estudantes de Direito a intervir e outras pessoas a contactar com uma realidade Universitária.Assim vai o Direito na UM.É pena, mas a conclusão desilude qualquer Pai que tenha um filho a estudar nestas condições.Lamentável a ligação da associação com outros que não os seus sócios. Uma palavra amiga para o aluno arrependido e votos de recuperação para o Prof.Quanto aos visados Professores incompreeendidos por muitos alunos, um conselho, limpem-se ao guardanapo, o que fazem só é possível neste País e com alunos pacientes e educados.Deviam ter vergonha de só assim serem conhecidos e respeitados, pelo mêdo de represálias, vocês sabem e gozam com as reprovações, que vos tornam conhecidos.Triste forma de exercerem tão digna profissão.A todos os alunos um desejo de Bom estudo e Boas provas, pelo menos às cadeiras dos outros Docentes.Não desanimem unam-se e peçam a interferência do Ministro do ensino superior, que estou certo tratará de dar outro rumo ao ensino nesse curso.Nem o Direito nem os alunos têm culpa, o mesmo não sucederá por certo aos responsáveis que ocupem cargos directivos...Parabéns a todos os que participam com seus comentários, mesmo que anónimos, ajudam a entender os porquês do acontecido.Não é fácil lidar com situações indesejáveis e é legítima a revolta de quem se sente, quando injustiçado.Nada porém que leve a uma agressão físicam mas convenhamos é difícil ter paciência perante o cinismo ou hipocrisia de quem decida.

 
At 17 junho, 2007 12:27, Anonymous Anónimo said...

Isso da violência não levar a lado nenhum não é bem assim. Concordo, porém, que a violência gratuita não leva a lado nenhum.
Eu sou da opinião de que, esses professores precisam de descer ao nível da realidade. E a forma que eu penso que eles possam descer é haver algum acontecimento pessoal que desencadeie essa "transformação". E pode ser um acontecimento violento, um acontecimento que ameace a sua integridade física, porque me parece que para eles o mais importante é a sua interidade física.
Eu não sou do curso de Direito, mas penso que BASTA dos professores brincarem com a vida dos alunos.
É engraçada esta situação... Vejam o curso de Medicina e aprendam como os professores interagem com os seus alunos, nunca descurando a parte da Investigação.

 
At 17 junho, 2007 13:22, Anonymous Anónimo said...

Caros colegas

Ainda não me tinha manifestado porque creio ser um assunto onde não conhecendo de muito perto os intervenientes não tenho que opinar.
No entanto os ataques à AEDUM, à Claudia e aos seus antecessores repugnam-me.

Caros colegas e amigos não compreendo estes ataques à Associação que tudo faz para vos ajudar, muitas vezes sem fazer publicidade dos seus actos como aliás não lhe compete. A AEDUM serve os alunos sem qualquer outro intuito. A Claudia esta a fazer um optimo trabalho e acreditem que não é fácil ser a representante maxima dos estudantes numa altura como esta. E porque as criticas às anteriores direcçoes? caso não saibam esta é uma continuidade do trabalho realizado pelas duas ultimas, especialmente pela ultima, um trabalho de continuidade muito bem feito diga-se, que todos os dias se bate por mais e melhor em Direito.

Sinceramente não vos compreendo, mas enfim.

 
At 17 junho, 2007 16:08, Anonymous Anónimo said...

Para a nossa "freirinha" presidente da AEDUM, Claúdia Castro, sem m querer alongar mt nos comentários, pq acho q nos desviam da questão essencial q é no meu entender a relação Alunos - Escola de Direito, n posso deixar d ficar perplexo qd a vejo tão defensora dos alunos e qd o Sérgio precisou d ajuda foram d uma forma bem explícita lhe "viradas as costas"! O teu dever era procurar reunir c o Sr.Director do Curso ( por acaso alegadamente agressor) e o Presidente da Escola (efectivamente agredido) e manifestar a preocupação dos alunos em saber s tal situação c o Prof. alemão aconteceu ou n!
Se o fizeste as minhas sinceras desculpas, senão o fizeste marca urgentemente uma AGEDUM c o teu "mentor".

Obrigado pela atenção!

 
At 17 junho, 2007 16:15, Anonymous Anónimo said...

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At 17 junho, 2007 16:20, Anonymous Anónimo said...

"(...)as relações entre funcionários, docentes e discentes primam pelo respeito, simpatia, compreensão e acima de tudo um ambiente de convivência exemplar."
Serei eu só a pensar assim ou este comunicado tem contornos de ridículo!?
Se calhar estes senhores dada a proximidade física c a Escola de Economia e Gestão devem pensar q andam noutro curso!

 
At 17 junho, 2007 17:44, Anonymous Anónimo said...

A EEG, embora não pareça, também não é grande exemplo de respeito, simpatia e compreensão!! Acreditem!!

 
At 17 junho, 2007 17:48, Blogger Jam said...

«Expliquem que não entendi.O professor que se diz agrediu um aluno é o mesmo que agora dizem atirou a máquina de calcular do aluno ao chão? E há alunos que o defendem? Esquesito.»

O episódio da máquina de calcular é apenas um, de muitos (que não são só protagonizados pelo autor desse episódio)... e isso é que é realmente grave, pois revela a atitude e postura que alguns docentes têm. Assim como diz muito da competência pedagógica que em muitos professores é duvidosa. Uma coisa é ter conhecimentos académicos, outra é ter talento e espírito para, não só ensinar, mas também lidar com pessoas, com alunos.

Já muitas pessoas referiram aqui o clima que se vive na Uminho, (ressalvando e bem, na minha opinião) que existem alguns bons professores). Mas um facto sintomático, também bem patente nesta caixa de comentários, é o anonimato, expressão do clima e do receio sentido. Sei também que houve jornalistas que tentaram falar com alunos precisamente sobre isto, a vida no curso de direito da UMinho (e pessoas que não das associações, necessariamente politicamente correctas), mas não encontram ninguém disponível para dar a cara.

Sendo a atitude do Sérgio injustificável, também me parece óbvio que ninguém acorda num dia e decide, sem mais nem menos, fazer aquilo. Toda a gente tem um limite. Creio que muita gente sabe de alguns dos conflitos (para além da acusação pela alegada agressão) que ele tinha com professores (ou, professores com ele, como preferirem)... Acredito e não me parece desproporcionado dizer que ele ter avançado com a acusação só tenha piorado as coisas para ele.
É absolutamente fulcral ir ao fundo das razões que o levaram a esta situação. Saber o que levou ao acumular de toda a pressão que decerto terá sentido - e todos teremos um limite. E creio que é algo que muita gente, mesmo conhecendo-o mal, como eu, poderá dizer, pela impressão que se tinha dele: era uma miúdo perfeitamente normal, calmo e sereno.

 
At 17 junho, 2007 19:20, Anonymous Anónimo said...

Seria interessante que a Direcçao da ELSA fizesse chegar estas inúmeras reacções ao Presidente da Escola de Direito...

 
At 17 junho, 2007 19:50, Anonymous Anónimo said...

Mais interessante seria, na minha opinião, fazer chegar estas inumeras reacções a pessoas e entidades fora da Escola de Direito. Pois acredito convictamente que em nada interessará aos docentes da Escola de Direito, e à propria UM, que se comece a saber tudo o que de mal acontece nesta Escola que se quer sempre afirmar como "muito moderna"...

Se isto é ser "moderna" quero voltar para o passado!

Além de que verificando que todos os alunos têm um receio fundado em falar sobre o que se passa, posso concluir que democracia e liberdade, dois conceitos tão proclamados e explicitados neste curso, são afinal de contas deixados ao esquecimento....

 
At 17 junho, 2007 20:09, Anonymous Anónimo said...

Nao sou aluno de Direito. Contudo, da leitura destes posts sobressai uma enorme revolta contra os professores. Ponham isso a escrito,façam abaixo-assinado a pedir o afastamento dessas "feras". Se uma larga maioria assinar nem a Escola,a Reitoria e o mesmo o Ministério podem ficar indiferentes.À luta!

 
At 17 junho, 2007 20:21, Anonymous Anónimo said...

Exactamente!! Quem está de fora não imagina o que se passa por aqui! O melhor mesmo é que toda a gente saiba o que se passa aqui dentro! Há que divulgar tudo isto!!

 
At 17 junho, 2007 20:42, Anonymous Anónimo said...

Ainda pra mais numa altura de Acesso ao Ensino Superior, em que muitos alunos do Secundário estarão agora a pensar nas suas escolhas de Faculdades!

Será que os "inocentes" do Secundário sabendo que a Escola de Direito da UM funciona desta forma, terão interesse em escolher a UM querendo tirar o curso de Direito? Ou será que tendo conhecimento disto tudo, optarão pelas Escolas/Faculdades de Direito mais "velhinhas" e menos "modernas"?

 
At 17 junho, 2007 20:49, Anonymous Anónimo said...

Sou aluna de Direito da UM: O que eu penso é que há atitudes menos próprias por parte de professores com alunos mas também há atitudes idênticas por parte de alunos com professores. E não é por isto que os professores que nos põem (alunos) todos no "mesmo saco". Vamos pensar bem e reflectir... se formos ao fundo da questão, apenas dois professores são alvo destas criticas, APENAS 2.Porquê estar a sacrificar o nome de todos os restantes (maioria) e o nome da Escola?!?!?! Se cogitarmos uma vez mais podemos chegar a outra conclusão..a de que com esforço tudo se alcança ENTÃO VAMOS LÁ É ESTUDAR QUE É TEMPO DE EXAMES e deixar estas questões. Pelo menos eu falo por mim que sempre que me esforcei a serio passei e sempre que reprovei ao estudar a seguir me apercebi que afinal tinha reprovado justamente!!! Mas por considerar que no nosso curso as diferenças SÃO EXCEPÇÕES ouso dizer Viva o Curso de Direito na Universidade do MInho!!!!

 
At 17 junho, 2007 20:53, Anonymous Anónimo said...

So para que vejam a que ponto se chega.....nos ja fizemos um abaixo-assinado contra o Prof Nuno Oliveira......muita gente assinou!!! resultado?? ate hoje nada!!!!!! eu lembro me de estar nma das suas aulas e ouvir o seguinte comentario do prof. "eu vi cada assinatura, depois nao se queixem das notas!". Ate hoje estou para saber o que foi feito do abaixo assinado!!!! Estou farta disto. Seguindo o conselho do colega aqui deixo um exemplo que aconteceu comigo...em plena oral a professora vira se para mim e diz "nao vou com a tua cara nao sei porque mas nao vou e por isso nao perco sequer 2 minutos contigo, estas reprovada sai!" Sem eu ter respondido a alguma questao! testemunhas? porta fechada o que por lei é proibido! Como diria o outro : e esta hein???

 
At 17 junho, 2007 22:00, Anonymous Anónimo said...

Há medo!!! Temos medo!!!
Somos humanos!

Haja alguém (Reitor?) que faça um SOS na Escola de Direito.

Há q denunciar o q s passa!

PS: A luta é contra a prepotência e não colegas contra colegas. Por favor, parem de se dividir e de se caluniarem.

 
At 17 junho, 2007 22:13, Anonymous Anónimo said...

vamos ser mais especificos e talvez consigamos melhores resultados nesta luta! digam enumerando as coisas que discordam completamente na direcção da escola! Depois digam que professores acham que estão a mais na nossa escola e que não trazem prestigio nenhum!
Assim poderemos ter uma ideia...
caso haja resultados espantosos porque n uma agedum em outubro? N tenham medo!

 
At 17 junho, 2007 23:38, Anonymous Anónimo said...

http://indocentes.blogspot.com/

 
At 18 junho, 2007 02:34, Anonymous Anónimo said...

Olá muito boa noite a todos aqueles que nestes últimos dias aqui vieram dar as suas opiniões, umas mais acaloradas, outras mais serenas, mas de certeza que são fruto das diversas experiências de cada um.
Gostava de dar os parabéns à ELSA por permitir uma tão grande liberdade de expressão nos comentários e faço votos de que nada, nem ninguém mude essa possibilidade dada a todos os que aqui tecem comentários. Bem haja.
Relativamente a toda esta situação, como é óbvio, considero a conduta do Sérgio reprovável e condenável. Não deveria ter feito o que fez, até porque inviabilizou imensos projectos de vida e com toda a certeza sonhos de um futuro.
Mas, tal como muitos que antes de mim tão bem disseram, esta situação era previsível de acontecer. Podia ter sido com outros contornos, podia ter sido a outro alvo que não o Dr. Luís Gonçalves, podia ter sido por alguém que não fosse estudante de Direito, mas um pai, familiar ou amigo.
Há algum tempo que caminho pelo túnel que é o curso de Direito e, digo túnel, porque soube onde era a entrada, o início, mas não sei onde é que está o fim, a saída. Entrei neste curso com uma visão, com sonhos de um futuro risonho e confesso que hoje, me sinto desiludido e até mesmo toldado nos meus sonhos, e a razão, reside em tudo o que se passa neste curso, na forma como sou tratado, nos sentimentos que me foram cravejados.
Muitos podem passar pelo curso com ligeireza e com simplicidade. Confesso que vi casos destes acontecerem, mas não é a regra, nem mesmo são fáceis de encontrar. Temos imensas barreiras e, não são barreiras científicas, nem barreiras de estudo. São barreiras de um poder corrupto instituído com uma única finalidade: ter condições para que certas pessoas, possam descarregar as suas frustrações profissionais e a sua mediocridade científica.
Digo isto porque observo o facto de termos docentes neste curso, que reprovaram na defesa da tese de Doutoramento, outros, a quem os doutoramentos foram rejeitados em Portugal e os foram fazer no estrangeiro (Espanha); outros ainda que ainda nem a Ordem têm completa e já se encontram a leccionar; outros que “deixam” de servir para ensinar noutros estabelecimentos de ensino por práticas de abuso de poder, mas que nesta insigne Universidade, as podem exercer e aplicar a seu bel-prazer e, outros ainda que leccionam para apenas receber um ordenado ao fim do mês, mas que em nada se interessam com o que fazem.
Preciso de realçar, porque não me sentiria de consciência tranquila, que temos alguns professores a quem tiro o chapéu e, o principal deles é o Prof. Doutor Cândido de Oliveira, pessoa que pelo seu humanismo, sempre me marcou. Mas, ele e poucos mais são gotas no oceano de docentes desta Escola. Para mim são a Luz na escuridão, mas sei que para os sábios colegas docentes (ironia), estes são a escuridão na luz. Digo isto por tudo o que já aconteceu nesta Universidade.
Acredito que os colegas mais novos não saibam da maior parte dos acontecimentos desta Escola e, pela minha exposição, pensarão que estão inscritos num curso de ditadores, de professores malévolos, de corruptores das leis e das normas da Universidade, de leccionadores medíocres cientificamente, de abusadores do poder que detém enquanto mentores do direito, de frustrados, mas, a verdade, é que estão sim senhor. Custa-me passar esta verdade, mas é a única que conheço por ser verdade.
Deixo este meu testemunho e, peço desculpa se me alonguei, mas a verdade é que muito mais ainda há para dizer.

 
At 18 junho, 2007 10:10, Anonymous Anónimo said...

Concordo plenamente com o autor do comentário anterior! Temos poucos professores dignos do título, mas esses destacam-se extraordinariamente e, em muitos momentos, são eles que, numa amena conversa, nos convencem a não desistir, nos ajudam a acreditar em nós novamente, nem que seja apenas por uns dias! Curiosamente, o único Professor, por direito, é um dos mais humildes e humanos que temos!

Aproveito para reforçar a ideia de que se deve tentar fazer chegar este assunto à comunicação social, ainda que anónimamente. Por mais útil que tenha sido, e esteja a ser, o blog da ELSA, é verdade que precisamos de mais visibilidade.

Dá um pouco de trabalho, mas era óptimo fazer correr o link para este post por toda a nossa lista de contactos! A internet é fantástica, e de amigo em amigo, pode chegar onde precisamos que chegue!

E concordo com um comentador que diz para enumerar situações mais ou menos concretas que tenham vivido ou presenciado. É importante para que, quem nos visita e não conhece a realidade interna do curso, consiga ter uma melhor e mais concreta noção do que se passa.

Desta vez, não nos podemos calar tão facilmente!

 
At 18 junho, 2007 11:57, Anonymous Anónimo said...

Gostava de, um pouco para ser diferente daquilo q tem sido dito aqui no sentido da falta de qualidade do pessoal docente da Escola de Direito, salientar dois nomes(sim,gosto q se fale em nomes): Professor Carlos Amorim e Professor Fernando Fontes pois felizmente, e tendo em conta a minha expriência, são dois bons exemplos de cm a simplicidade e a dedicação podem de facto resultar na relação com os alunos!
Tenho pena q seja só este blog a dar"voz" aos alunos, mm q anonimamente, pois de facto espaços cm este são necessários e é através deles q podemos ter conhecimento daquilo q realmente se passa!
Obrigado pela atençao!

 
At 18 junho, 2007 14:38, Anonymous Anónimo said...

Deixem me apenas desejar-vos: BOA SORTE....
Porque depois do que se lê aqui não há nada melhor para dizer... nota se claramente que os alunos de direito não estão unidos e parecem esquecer-se que a UNIÃO faz a FORÇA..... afinal o lema do curso é Resistir e Vencer...

 
At 18 junho, 2007 15:51, Anonymous Anónimo said...

viram o JL?
esta muito calado!

 
At 18 junho, 2007 16:00, Anonymous Anónimo said...

Está quase tudo dito.Lamentos que espero cheguem a algum lado.É tempo de análise, na certeza que neste Curso se impõe uma reforma de pessoas.Não digam que são os alunos os responsáveis, mas digam que os mestres, alguns, contribuem para o insucesso, pior parece terem prazer em reprovar o maior numero possível de alunos.Depois ficamos a saber quem defende quem e porquê.Ao que parece mesmo os alunos associados da AAEDUM andam insatisfeitos, porque os seus lideres, raramente aparecem e quando o fazem é puro mediatismo e para louvar alguns Profs.Enfim são vocês jovens de Direito que podem mudar o que por aí se passa.Sendo certo tudo vai continuar na mesma até que surja novo incidente para lamentar...Em tempo de estudo desejo-vos muitos sucessos.

 
At 18 junho, 2007 16:53, Anonymous Anónimo said...

São demasiados comentários, sendo posto em causa a metodologia seguida em algumas cadeiras do Curso.O tempo passa e as reprovações excessivas continuam, sem que se questione os responsáveis, que devem explicar as causas.Se a mensagem não passa e são pagos para ensinar,parece algo está mal.Que assumam responsabilidades ou então caberá ao Ministério do Ensino superior, depois de alertado, actuar.Impossível manter uma situação desmotivadora para tantos jovens.Se fazem 20 ou mais cadeiras, porque não fazem 2 ou três? De quem é a culpa?

 
At 18 junho, 2007 17:01, Anonymous Anónimo said...

Elementar, caros alunos... estudem, porque os visados têm curriculum e prestigiam a vossa Escola.Além disso publicam livros e recebem fartos elogios.Desistam ou troquem de Universidade, ou aunda aliem-se aos Profs, como muitos já o foram fazendo ao longo dos comentários e talvez com um pouco de mais estudo e sorte façam as cadeiras.Tenham paciência que os ventos estão contra vós...mesmo do lado de alguns vossos representantes, que ainda não descubriram o que é ser dirigente duma associação!

 
At 18 junho, 2007 17:33, Anonymous Anónimo said...

Como pai, ouvinte e espectador, sei que nesta escola de Direito algo está mal e que os alunos não podem falar com medo de represálias.São tratados como "coisas"!Tenho imensa pena que estes senhores professores pensem que ainda estamos no tempo do fascismo! NÃO SENHORES DOUTORES! Olhem para os alunos com a dignidade e respeito pois eles são o nosso futuro! ALUNOS, lutem contra o sistema para que não aconteça o mesmo que aconteceu ao vosso COLEGA SÉRGIO.

 
At 18 junho, 2007 17:39, Anonymous Anónimo said...

E eu como mãe de uma aluna, sei bem o que essa escola é!Estou plenamente de acordo com o comentário deste pai!

 
At 18 junho, 2007 17:40, Anonymous Aluno da UM said...

Apesar de tudo não aprovo o comportamento do Sérgio...

agora pensem no que desencadeou tudo isto, parem de uma vez por todas de lamber botas e tentem fazer algo para mudar a situação, em vez de andarem constantemente à cabeçada uns aos outros, como já é hábito vosso... todos vocês sabem do lixo que circula no Departamento de Direito da UM, claro que não é tudo lixo, mas a maioria (docentes, não docentes e inclusive alunos...) .........

 
At 18 junho, 2007 18:00, Anonymous Anónimo said...

depois de tantas reclamações, espero que os responsáveis por este blog as façam chegar á escola de direito e a reitoria para que de uma vez por todas, os ditos doutores, percebam que nós de burros temos muito pouco... e lá vai anonimo... que eu tenho um curso para acabar...

 
At 18 junho, 2007 19:19, Anonymous Anónimo said...

O prof.Horster devia ser corrido pelo mau estar que causa...

 
At 18 junho, 2007 19:20, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 
At 18 junho, 2007 20:13, Anonymous Anónimo said...

Caríssimos colegas,

Depois de tantas reacções a esta situação creio que podemos tirar algumas ilações…

1- É censurável a atitude do Sérgio porem caberá ás entidades competentes fazer o seu julgamento sendo precipitado e ilegítimo qualquer juízo da nossa parte tendo em conta o desconhecimento real dos factos que envolvem toda a situação. Além disso nenhum de nós está habilitado para opinar ou fazer juízos de valor sobre a personalidade do Sérgio mto menos aqueles que não o conhecem.
2- É inegável o descontentamento que reina no seio da nossa academia fruto da forma prepotente como alguns docentes exercem a sua actividade à margem de qualquer regra ou hierarquia ostentando um saber que não transmitem nem possuem alimentando um fosso cada vez maior entre estudantes e professores através de actos de autoritarismo e arbitrariedade sempre protegidos pela vergonhosa impunidade do estatuto de docente universitário que mais não é do que a uma manifestação de evidente corporativismo.
3- Não podemos esquecer também a forma obscurantista que caracteriza a entrada dos nossos docentes na escola de direito (relembro que o clã Oliveira tem hoje representação notável) principalmente o facto de antigos alunos passarem rapidamente das cadeiras do auditório para o púlpito da docência, sem antes passarem pela imprescindível formação pedagógica de que todos reclamamos e de que todos somos órfãos.
4- Fica também evidente pelo anonimato das opiniões que apesar de vivermos num republica onde a liberdade de expressão é um corolário e um motivo de orgulho… essa liberdade é ainda limitada no campus de Gualtar onde o livre exercício da livre opinião se torna um alvo fácil perante o autoritarismo dos professores fazendo assim imperar um silêncio de “paz podre” e um descontentamento manifestado em surdina…Para ilustrar esta situação podemos recorrer a uma panóplia de exemplos de injustiças por parte dos docentes silenciadas pelo medo e pelo sentimento de impotência dos estudantes fruto da falta de instrumentos de defesa dos seus direitos… Todos nós presenciamos já episódios de injustiça e má educação chocantes de dr Horster e do dr Nuno Oliveira e manifestações de incompetência reiterada de outros…
5- Também o papel das associações de estudantes é vergonhoso, a AEDUM e AAUM e ELSA vivem anestesiadas e entretidas na realização de eventos lúdicos interessantíssimos (como o já clássico torneio de futebol) mas no que diz respeito à representação dos interesses de estudantes esse papel é muito limitado… E quando falo em defesa dos interesses dos estudantes refiro-me a uma atitude activa de controlo e fiscalização preventiva sem depender da queixa dos estudantes.
6- Como estudante reconheço também as minhas responsabilidades pois todos nós preferimos muitas vezes deixar andar e estudar mais um pouco para fazer as cadeiras ignorando a realidade a lamentável que nos rodeia esquecendo as injustiças ao sol da esplanada da montalegrense e na euforia das noites académicas…

Espero que a escola no se comporte de forma autista perante tudo isto… e considere a necessidade urgente de mudanças para o bom-nome de curso…

António o anónimo ….

 
At 18 junho, 2007 21:15, Blogger Jam said...

««vamos ser mais especificos e talvez consigamos melhores resultados nesta luta! digam enumerando as coisas que discordam completamente na direcção da escola! Depois digam que professores acham que estão a mais na nossa escola e que não trazem prestigio nenhum!»

«Vamos pensar bem e reflectir... se formos ao fundo da questão, apenas dois professores são alvo destas criticas, APENAS 2.Porquê estar a sacrificar o nome de todos os restantes (maioria) e o nome da Escola?!?!?!»

Bem, na minha opinião há que distinguir algumas coisas.

Desde logo: professor de prestígio e investigador de prestígio que por caso dá (ou tem de dar) aulas.

Professores de prestígio, com brilhantes carreiras académicas e talento para ensinar e lidar com alunos, contam-se pelos dedos da mão (mesmo em qualquer curso). São uma espécie rara...
Professores sem grande prestígio (pelo menos neste momento da sua carreira), mas com talento, disposição e método para ensinar até temos alguns...
Mas professores sem talento algum, sem tacto para ser docente, esses então... esses são bem mais do que 2. :)

Mas falando em outras coisas que estão mal:

- Que pseudo adaptação a Bolonha foi esta? O plano de estudos é essencialmente o mesmo, retiraram apenas algumas cadeiras perfeitamente dispensáveis e comprimiram tudo, até cadeiras anuais que passam a semestrais, mantendo praticamente o mesmo programa.

- Porque somos dos pouquíssimos cursos que mantemos um plano de estudos onde as anuais predominam? Porque terá saído o Dr. Horster da Católica, quando à uns anos se reformularam para Bolonha, "semestralizando" o curso? Será que (man)temos este modelo, por influência do Dr. Horster? É este modelo sequer compatível com a calendarização de exames? Vejo mesmo alguns professores a queixarem-se...

- Porque é que não houve nenhuma mudança metodológica de fundo com Bolonha? E isto apesar do Presidente da Escola afirmar, recorrentemente, que sim, que houve uma evolução tremenda a todos os níveis. Tenho dúvidas que a avaliação contínua do 1º ano na forma de "cada um para seu lado" seja o desejado...

- Porque é que o Dr. Wladimir é o único a aderir ao e-learning? https://elearning2.uminho.pt/webapps/login/ Ultra-conservadorismo, falta de formação dos docentes?

- Vamos ter Doutorados em número suficiente para garantir uma oferta minimamente ao nível da procura que vai haver, para dar os mestrados?

- O nosso pioneirismo, entre as universidades públicas, é de louvar ou será antes imprudência e tentativa de dizer que "nós é que somos bué modernos, pá!"?

- Nos últimos anos o reitor tem sugerido que se abra a época especial, algo que todos os cursos «excepto Direito» tem acatado. Porque é que a nossa escola é a única a considerar isso oportunismo? Somos bons demais, é? Porque é o reitor este ano terá deixado de dar a "sugestão" e passado a dar uma "ordem"...

- Porque são recorrentes os problemas com as equivalências de créditos em Erasmus, em universidades com protocolo?

- Porque é que as taxas de reprovação são tão altas? Existe realmente tanta gente burra e tanta gente que não estuda, como eles querem fazer crer? Nalgumas cadeiras a situação é ou foi realmente gritante... Assim como foi gritante a diferença sentida quando a Professora Palmira Cabral se afastou da cadeira de Economia Política ... 400 inscritos numa cadeira de 1º ano e que nem sequer era jurídica... Tudo normalíssimo. Assim como foi normal o afastamento de um professor de finanças públicas porque não preencheu as quotas de reprovação minimamente exigidas pelas "normas não escritas" do curso de Direito.

- Se quisermos ser mais picuínhas, porque é que os sumários não são dados na própria aula, como é legalmente (sim, legalmente) exigido, no estatuto dos professores? (art.º 66.º) http://intranet.uminho.pt/Arquivo/Legislacao/ECDU/DL448-79.PDF

- Algumas cadeiras não estarão a fazer exames onde se avalia tão ou mais a técnica de resposta (não confundir com rigor jurídico) do que o conhecimento que supostamente estará em causa; ao que acresce o estrangulamento de tempo disponível para efectuar (alguns) desses exames. Exemplo? O Dr. Sérgio, à 10 anos atrás era aluno do nosso curso, hoje dá as aulas práticas de Teoria Geral, cadeira de que o Dr. Hoster é regente. À 10 anos atrás o Dr. Sérgio dispunha de 3 horas para fazer os mesmíssimos exames que nós, hoje, somos obrigados a fazer em apenas 2 horas (depois de um período em que foi 2h30m).

- Ainda haverão mais coisas que questiono... mas já vai longo e não tenho grande tempo. :)

 
At 18 junho, 2007 21:33, Anonymous Anónimo said...

Afinal o Blog é útil.Será que tantas opiniões vão mudar alguma coisa? Dúvido pelos motivos que já foram divulgados em comentários anteriores.Anda mal o Curso e as vítimas são os alunos.É tempo da comunicação social analisar também estes comentários e já agora o porquê de tanto anonimato? Algo vai muito mal neste curso e pelo que vai sendo dito, muito ficará por dizer...Está de parabens a Elsa, por permitir a continuidade das opiniões.

 
At 18 junho, 2007 21:53, Anonymous Anónimo said...

Ainda tudo está a quente, mas ninguém sugeriu o fim da escola de Direito em Braga? Seria um mal necessário para acabar com tantas injustiças.Afinal assim deixava de haver proteccionismo e certamente ficavamos livres de profs indesejáveis nesta terra de gente boa...Porto Coimbra ou Católica seriam solução possívelmente a contento.

 
At 18 junho, 2007 22:17, Anonymous Anónimo said...

Pensem...um jovem exaltado que agride um Professor? No local de trabalho! premeditado? Não. Seria noutro local, por exemplo à saida do veículo no parque? na rua etc etc.A faca, significa o quê? possivelmente para a fruta, visto não viver próximo! Fica a pergunta: Que terá motivado o jovem à exasperação? Porquê um tal acto, numa pessoa aparentemente calma e normal? A resposta não é fácil e dúvido algum dia seja completamente explicada.Ninguém pode acreditar o jovem desejava o fim do professos, algo ali correu mal,que tipo de conversa existiu, que factos ocorreram anteriormente? São perguntas até ver sem resposta.

 
At 18 junho, 2007 22:23, Anonymous Anónimo said...

Parecem-me extremamente pertinentes as questões suscitadas pelo jam... e recordei imediatamente uma situação idêntica à de Economia Política: Direito Internacional Privado. Esta disciplina foi, por algum tempo, leccionada pela Dra. Anabela Gonçalves e era uma autêntica "pedra no sapato" para muitos alunos finalistas. Até que, a Dra.Anabela teve de se ausentar por motivos académicos, vindo a ser substituída. Extraordinário! Os alunos passaram a perceber a cadeira e, uma percentagem razoável, passou a conseguir aprovar à disciplina! Magnífico! :) Dá que pensar, não? Mais uma "acha para a fogueira"?

 
At 18 junho, 2007 23:00, Anonymous Anónimo said...

Obrigado jam! Tiveste mt bem(sem qq tipo de ironia)! Todas as tuas interrogações são pertinentes, e era, de facto interessante q outros seguíssem o exemplo...

 
At 19 junho, 2007 02:09, Anonymous Tiago (U.A.) said...

não li nem metade dos comentários "falta de tempo e pq não sou desta universidade". Mas este caso espelha e bem algo recorrente na nossa sociedade, todos tecem criticas comentários tudo está mal(e acredito que esteja), e atitude e as pessoas mobilizarem-se por aquilo que acham justo, lutarem contra o que está mal. Tem tudo esperança que venha a TVI e resolva os vossos problemas...
Se os futuros representantes do direito nacional são cobardes ao ponto de não lutarem pelos seus próprios direitos, ai sim isto esta mesmo muito mal, ai temo pelo futuro da nossa democracia e do nosso estado de direito. Mexam-se façam abaixo assinados, manifs, peguem fogo mas façam alguma coisa por vocês mesmos!!!

 
At 19 junho, 2007 02:49, Anonymous Anónimo said...

Depois de ler o vosso blog exaustivamente de ter seguido o link e lido o comunicado oficial da AEDUM resolvi por um post num espaço que não é meu e em que sou uma completa estrangeira
" as relações entre funcionários, docentes e discentes primam pelo respeito, simpatia, compreensão e acima de tudo um ambiente de convivência exemplar." Depois de ler esta parte e ver os posts só posso tirar uma conclusão... Algo vai muito mal na escola de direito, este comunicado faz lembrar o velho ditado "quando a esmola é grande o pobre desconfia" . Se alguém de direito fizer uma avaliação isenta dos dois factos, anonimato dos posts e comunicado, facilmente conclui que algo não bate certo. Se calhar talvez mais pelo "paraíso" do comunicado do que pelos posts.
Espero que consigam mudanças... E acreditem sempre... lembrem-se que Hitler caiu... o Estado Novo caiu...o Apartheid caiu... o Muro de Berlim caiu... a escola de direito da UM nos termo actuais também há-de cair... Claro que nunca estas quedas são fáceis...
Também não esperem a união total dos alunos, este "regimes" tem sempre seus apoiantes. E não se preocupem porque este tipo de apoiantes normalmente tem uma grande capacidade de adaptação. Quando o regime mudar com que facilidade eles se tornarão nos mais acérrimos defensores da mudança …
Não desistam, vocês são jovens e criativos e acharão por certo uma solução, não sei é quando e quanto mais sofrimento a situação causará... Mas por favor não deixem de ACREDITAR... Vocês são a sociedade de amanha e se já nesta idade deixam de acreditar muito mal estará a sociedade do futuro. Mas o esforço terá de ser vosso, nenhum anjo vira resolver os vossos problemas. A luta pelos ideais sempre foi uma característica dos jovens. Mas nunca se deixem dominar pelo desespero e não escolham soluções como o vosso colega, que provavelmente se terá sentido sozinho na sua luta e erradamente escolheu o pior dos caminhos.
Desejo vos o maior sucesso para o vosso "25 de Abril" pacifico.

 
At 19 junho, 2007 03:07, Blogger Jam said...

«Espero que consigam mudanças... E acreditem sempre... lembrem-se que Hitler caiu... o Estado Novo caiu...o Apartheid caiu... o Muro de Berlim caiu... a escola de direito da UM nos termo actuais também há-de cair... Claro que nunca estas quedas são fáceis...
Também não esperem a união total dos alunos, este "regimes" tem sempre seus apoiantes.»

É verdade, mas é complicado. A escola de Direito da Uminho (os docentes, entenda-se) sofre de um severo síndrome de inferioridade em relação às outras faculdades de Direito do país, particularmente as tradicionais - Coimbra e Lisboa. Pior, não só se querem "afirmar" como escola, como os próprios docentes constituem uma nova geração de juristas que também se procuram "afirmar".

Faz-me lembrar um pouco as praxes e as atitudes que (alguns) "doutores" têm com os caloiros, de manifesto abuso, opressão e de um certo terror, que geralmente exercem em virtude de frustrações pessoais e alguma sentimento de inferioridade e vêm na praxe a oportunidade perfeita para mandarem e dominarem de forma praticamente absoluta. O problema é que nas praxes existe sempre gente com bom senso que se apercebe desses abusos...

 
At 19 junho, 2007 04:00, Anonymous Antigo Aluno said...

Como ex-aluno (graças a Deus, licenciado!), gostava de partilhar algumas histórias.
Sei que os comments, até ao momento, descrevem grande parte da realidade actual da Escola, mas penso que, determinados aspectos merecem ser apontados.

Ainda sou do tempo de ver pelos corredores desta Escola professores como o Doutor Paulo Ferreira da Cunha, o Doutor Meireis, o Doutor Colaço Antunes, entre outros. Refiro estes nomes, que podem criar opiniões discordantes entre os leitores, mas que de diferentes formas me marcaram como aluno.

O Doutor Paulo Ferreira da Cunha, mais conhecido por PFC, é uma personagem única no mundo do direito, quer pela presença física, quer pelo seu conhecimento técnico e científico de direito. Passava as suas aulas a discursar e a “ensonar” quem por lá andava, mas, um aluno mais atento rapidamente perceberia, no final de cada aula, que muita matéria tinha sido inserida em tom de gozo, em tom de estória. Mas, aparte disto, o que mais me marcou foi o facto de ser o primeiro professor a exigir de mim espírito crítico e auto-crítico. Importava pensar e, chegar a conclusões, ao invés do que se passa hoje em que os alunos são, maioritariamente, obrigados a pensar pouco, decorar muito e escrever ainda mais. Não há debate aberto de ideologias. Será que hoje já não existem diferentes ideologias ou, será que elas existem apenas para lá dos relvados desta Escola?

O Doutor Meireis marcou-me de uma forma exigida, pelo seu conhecimento técnico de Direito Penal e Processual Penal. A verdade é que enquanto ele leccionou nesta universidade, a taxa de reprovação na disciplina de direito processual Penal, exame exigido pela Ordem dos Advogados, era de quase 0%. Podem os leitores ficar surpreendidos, mas é a mais pura das verdades e a Ordem afirma-o com os dados disponibilizados. Mas, perguntam-se porque é que este senhor se foi embora? Concretamente, não sei, mas sei que em muito esteve relacionado com as políticas administrativas e de gestão das últimas Presidências da Escola de Direito.

O último caso é o do Doutor Colaço Antunes, ex-docente da disciplina de Direito Administrativo II, agora Processo Administrativo. Este caro professor certo dia, enquanto percorria os corredores da Escola de Direito, viu todos os seus pertences colocados à porta do seu gabinete. É verdade, foi expulso, e do modo menos dignificante possível. Podem novamente perguntar-se das razões. Eu, em tom de segredo, posso dizer-vos que era um dissidente ideológico. Se calhar, queria que os alunos fossem tratados como pessoas, como sempre tratou os seus alunos...

Escolhi estes três casos que apontei, por diferentes razões, como podem depreender das minhas palavras. O objectivo? Repescar algumas situações talvez já esquecidas (pelos alunos mais antigos) ou nunca conhecidas (pelos novos alunos). Acredito que possam ajudar a contextualizar e a compreender a realidade actual da Escola de Direito.

Aproveito também para sublinhar a necessidade de tornar pública esta situação. O difícil é começar, mas penso que, tornando-se pública, a necessidade de protecção através do anonimato diminui. Pensem nisto e, os que têm conhecimentos na Comunicação Social, utilizem esses conhecimentos para, de um modo inteligente e cuidadoso, atrair as atenções para a crise que vivem.

Lembro também os visitantes e comentadores, que é de extrema importância tentar manter o nível dos comentários publicados, quer em termos de conteúdo, quer em termos ortográficos, pois para os docentes da escola e amigos do “regime” nada mais útil para denegrir a imagem dos (legitimamente) insatisfeitos. Basta tentar escrever com a cabeça um pouco fria e utilizar um dos muitos correctores disponíveis para se certificarem que o ânimo aceso não prejudicou a ortografia.

Acreditem que terminando o curso uma vida nova começa para vós. Hoje, olho para trás e vejo que esses senhores que por aí andam de nariz empinado, barriga cheia e verborreia na ponta da língua, que se intitulam de professores, não são mais do que eu e todos os colegas que já terminaram esse infernal curso. Em tribunal têm de fazer o mesmo que nós fazemos e, acreditem que muitos deles fazem muito menos.

A todos, desejo toda a sorte do mundo! Mas, mais do que sorte, desejo CORAGEM!

Antigo Aluno

P.S.: Desculpem o “testamento”! :)

 
At 19 junho, 2007 04:49, Anonymous Anónimo said...

"É verdade, mas é complicado. A escola de Direito da Uminho (os docentes, entenda-se) ”
... Acredita que não foi complicado todas as outras situações de mudança mesmo as nao violentas?
Nao partam derrotados Mexam-se
Sei la por exemplo façam aqui no blog (já que o anonimato me parece uma condição) um comunicado com questões objectivas como aquele post em que diz "os sumários não são dados na própria aula, como é legalmente" ou " os problemas com as equivalências de créditos em Erasmus" e ainda "reitor tem sugerido que se abra a época especial, algo que todos os cursos «excepto Direito» tem acatado" Sei lá um comunicado tipo Depois dos trágicos acontecimentos que envolveram um aluno de direito numa agressão a um professor, acto completamente reprovável, mas que foi o culminar de uma situação insustentável de opressão , falta de respeito etc venho chamar atenção de Vossa Ex. para o facto de acontecerem estas situações na escola de direito da UM. E colocam as varias situações que vocês melhor que ninguém sabem, mas bem objectivas . Cada um pode escrever as situações que conhece, depois sei lá o Anónimo Jam redige o comunicado e coloca aqui o comunicado aprovado e mandam todos aquele comunicado. Cada um envia emails , para o presidente da republica, para o primeiro ministro, o para o ministro do ensino superior, para as televisões, para os jornais, para os amigos. Quem não quiser ser identificado cria um email no yahoo ou no hotmail ou sei lá onde. Sejam criativos mas façam qualquer coisa, não pensem que outros irão fazer por vos.
Resumido e objectivo, se for muito grande ninguém lê... mas vocês é que são os futuros advogados, não é verdade?
Da trabalho... claro que da... era mais fácil que não fosse assim, claro... Mas acreditem na vida é muito assim... quando forem “cotas” irão dar-me razão... È injusto lutar por direitos que temos... claro que é... mas é assim...
Isto é só uma ideia... Tenham outras... sejam criativos...tenham duas condições não cometam nada ilegal e não deixem falar as emoções mas sim a razão.

E se acham que tem de permanecer anónimos permaneçam, não prejudiquem ainda mais a vossa vida.

Se acham que o aluno agressor foi o resultado de uma situação de desespero, pelo menos que a atitude errada dele não caia em saco roto

Se tudo o que escreveram é verdade mexam-se por favor... Se uma acção não resultar façam outra... não desanimem... Roma e Pavia não se fez num dia...

Bem já escrevi mais do que contava e meti a foice em seara alheia, virei visitar este blog quando o tempo mo permitir para saber como vai a vossa luta por uma sociedade melhor e mais justa
Pode ser que um dia tenham um filho que queira ir para direito para a UM e vocês lhe possam dizer “Vês filho agora tens uma escola de direito que te respeita, mas sabes, para isso foi preciso que o pai/mãe e outros como eu tivesse lutado …” e desfiam a historia com todos os pormenores … género o que os vossos pais fazem hoje dizendo … sabes no meu tempo era, e la vem a historia que demora demora e demora

Boa sorte

PM

 
At 19 junho, 2007 12:10, Anonymous Anónimo said...

Onde está o ambiente óptimo que alguns refem em Direito?Porque existem pessoas a defender Profs que não precisam delas?Tenhamos apenas coragem para desprezar tais Profs em qualquer lado onde se cruzem com eles.Nada de sorrir para quem não respeita os alunos.Depois, façam chegar ao poder parte destes comentários, divulguem nos jornais e para os gabinetes da AR, é tempo de dar nome às coisas...

 
At 19 junho, 2007 14:45, Anonymous Anónimo said...

Isto até já parece o que se vive nos Balcãs: uma paz podre!

Esta é uma boa oportunidade para se começarem a questionar certos dogmas instituidos há já algum tempo dentro de certas elites. Meus caros, aproveitem esta oportunidade para tentar alterar a ordem das coisas.

Para os docentes de direito e não só, mas para toda uma classe intelectuais e supostos intelectuais, que adoram puxar dos galões, lembrem-se da terceira lei de Newton:

- Quando dois corpos A e B interagem, se A aplica sobre B uma força, esse último corpo aplicará sobre A uma outra força de mesma intensidade, mesma direção e sentido contrário.

Parece que desta vez a lei se cumpriu...

Assinado:

John Milton e Kevin Lomax

 
At 19 junho, 2007 16:57, Anonymous Anónimo said...

sabem o que é que era mesmo muito bom? se a ELSA tivesse coragem (o que duvido) imprimia umas quantas cópias destes comentários e enviava para a Escola de Direito para que ela assim pudesse exercer o seu direito de defessa (que embora os alunos nao tenham, podemos sempre dar o exemplo e da-lo a quem o nao mereçe)e em seguida cópias para a reitoria verificar as "estórias" ou histórias (dependendo do caso) e para a comunicação social, visto que équase impossivel alguma coisa sair para fora da reitoria. Alguma coisa tem de ser feita pelo curso, uma vez que o clima de medo e indignação continua com dirigentes como estes a mandarem no que nao é deles! sim, porque o curso de Direito deve ser para os Alunos de Direito e nao para os professores

ass: Anónimo...porque será?

 
At 19 junho, 2007 17:27, Anonymous Anónimo said...

já agora...ninguem quer pedir aos professores, sejam eles quais forem, para enriquecerem estes comentários com as suas próprias opiniões? seria sempre bom saber a opiniao deles relativamente aos factos, ao professor visado e se o conheçessem, ao aluno

 
At 19 junho, 2007 17:34, Anonymous Anónimo said...

Não sabendo dize-lo de outro modo: acho ridículo que o JL ao mesmo tempo que louva as 1000 visitas, aproveite para fazer uns posts que desviam "O" post para 4º lugar?!?!

Compreendo que o blog é da ELSA, mas acho que aqui era uma questão de prioridade e, pensava eu, que a ELSA iria permitir o destaque, pelo menos até não ser necessário...

Nem percebo se foi o EGO do JL a crescer para 3 posts, ou o já resultado de pressões para nos "silenciar"...

Em qualquer caso, lamentável....

Parece que temos mesmo de encontrar outro lugar para manifestar o que nos vai na alma...

 
At 19 junho, 2007 18:02, Anonymous Anónimo said...

E o Presidente da ELSA?

Penso que urge a sua comparência neste blog para permitir a continuação em destaque de um assunto que diz respeito a todos nós.

Do pouco que conheço dele, estou certo que vai saber, ainda que sem tomar partidos pouco cómodos, ajudar-nos nesta luta, permitindo a discussão acesa e o destaque que o assunto assumiu até o JL começar com a "verborreia" de posts...

 
At 19 junho, 2007 19:24, Anonymous Anónimo said...

Aconselhem reformas decorrente da idade e transferência de Universidade.Só assim teremos um ensino de qualidade, sem medo, exigente mas justo.São necessários Professores que não intimidem o aluno e transmitam conhecimentos, motivando sempre os alunos para os melhores resultados.A U.M. perde em propinas o que ganha em sucesso.Chega de querer angariar subsídios à custa de reprovações...Cabe aos responsáveis do Curso( não os visados)tentar agora dignificar a própria Universidade, resolvendo a questão suscitada:-Estes Profs, não servem o Curso nem os alunos.

 
At 19 junho, 2007 19:52, Anonymous Anónimo said...

...Todos temos um passado, que nem sempre é brilhante.Recordo uma frase de Shirley Conran"Nunca se é demasiado velho para crescer".Que estranho comportamento este de anos a fio baterem os seus próprios recordes de reprovações!Alguma vez alguém se interrogou sobre os 410 alunos de Metodologia e os mais de 300 a outra como obrigações?Como é possível fazer exames em anfiteatros A5 A3 ou mesmo A4? Ameaçar alunos e não dar condições, aumentar propinas e reprovações parece ser o lema do Curso.

 
At 19 junho, 2007 22:31, Anonymous Anónimo said...

0 debate está a resvalar para temas que não interessam a ninguém, pelo menos neste momento. O problema é que, quer se queira quer não, um colega nosso tentou cometer um homicidio no interior da Escola de Direito...! Não basta?

 
At 19 junho, 2007 22:47, Anonymous Anónimo said...

"0 debate está a resvalar para temas que não interessam a ninguém, pelo menos neste momento."

Caro anónimo

De facto náo deve ser aluno de Direito da UM, senão os temas deveriam interessar-lhe e muito. Na minha opinião, parece-me que, os temas que "não lhe interessam", apesar de não justificarem a atitude do Sérgio, explicam o desespero do acto.

 
At 19 junho, 2007 22:54, Anonymous Anónimo said...

Caros colegas, eu entendo bem a vossa revolta,contudo gostaria de pedir ao administrador deste blog para eliminar todos os comentarios feitos, uma vez que alerto para o facto de os alunos não serem os unicos a ler estes comentarios... e por vezes é preciso saber quando e como travar as batalhas, e este certamente não será o local e a melhor altura para o fazer. Relembrando que estamos em epoca de exames...

 
At 19 junho, 2007 23:49, Anonymous Anónimo said...

Não consigo entender a posição de pedir para retirar "todos os comentarios feitos, uma vez que alerto para o facto de os alunos não serem os unicos a ler estes comentarios."
Já percebemos que há medo. Mas medo quando quase todos os comentários são anónimos, não percebo.
Deixe-me dizer-lhe que frequentei a Universidade antes do 25 de Abril e nunca pensei assistir, tantos anos depois de derrubado o regime de ditadura, a tanta opressão, tanto abuso de poder e tanto conformismo.

 
At 20 junho, 2007 00:29, Anonymous Anónimo said...

caro jl
a leviandade dos seus comentarios é chocante. além de serem palavras disferidas sem qq fundamento, pois nem sequer conhece a pessoa de q fala, revelam uma analise mediocre sobre o comportamento do colega q nao é oportuna e chega a ser vergonhosa.s calhar tem vossa excelencia um sentimento de inferioridade maior q o da pessoa a k se reporta.

 
At 20 junho, 2007 01:12, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 
At 20 junho, 2007 02:37, Anonymous Anónimo said...

Caros Colegas,

Fico contente ao sentir que, afinal, já não falamos só entre nós! Penso que era esse o objectivo desde o início, caso contrário o anonimato não faria sentido.

Se bem que não compreendo o que o último anónimo (será também um aluno?!?!?) pretendeu dizer com o seu post... Sabemos, desde o início, que o Sérgio tem de enfrentar a justiça e as consequências dos seus actos. Parece-me lógico e natural... E também não compreendo a necessidade de repetir o mesmo conteúdo em diversos comentários, em diversos posts...
Enfim, em frente!

Aproveito para partilhar convosco, o facto de hoje ter enviado cerca de 400 emails, para inúmeras personalidades, entre as quais se destacam essencialmente jornalistas, juristas e professores de direito das universidades portuguesas. O email teve como objectivo, apenas, dar a conhecer esta nossa triste realidade, pelo que basicamente incluía apenas um link e algumas palavras.
Felizmente, lembrei-me a tempo, de incluir não o link do blog, mas sim o link directo deste post. Deste modo, não se correu o risco dos destinatários entrarem e não encontrarem os nossos comentários.
(Basta clicar sobre as horas, debaixo do post na página principal)

Naturalmente, utilizei um email também anónimo, criado especificamente para a situação, coisa que qualquer um de vocês poderá também fazer, como aliás já foi sugerido aqui por outro visitante.

Espero que, mais do que comentários (importantes), não percam a força e utilizem todos os meios ao vosso dispor, sem colocar em causa a vossa segurança, para fazer passar esta mensagem o mais longe possível.

Até breve!

 
At 20 junho, 2007 12:34, Anonymous Anónimo said...

Parece-me óbvio que a transcrição de vários e-mails acerca da Circular RT-02/2007 foi aqui colocada anonimamente por um Professor ou Funcionário descontente com o actual "estado de coisas"...Esta situação está de facto a tomar proporções inimagináveis!

A.T.L.

 
At 20 junho, 2007 12:48, Blogger Crazy_Guitar said...

Criminosos têm que ser punidos com mão pesada.

 
At 20 junho, 2007 13:37, Anonymous Anónimo said...

Parece-me que o comentário do colega (com os mails enviados) foi bastante ilustrativo:

Os docentes e as várias escolas da UM falam do assunto, mas do seu ponto de vista: Estão aflitos e com receio pela sua própria segurança, e com indignação pela lentidão dos processos, e desassossego perante a possibilidade de novos “ataques”. Agora o “porquê? Isso não lhes interessa certamente.

Sejamos realistas: Isto não foi um ataque aleatório de alguém que acordou certa manhã e pensou: Hoje apetece-me algo diferente!
É o culminar de vários anos, de muita angustia, tristeza, desespero e um grande sentimento de impotência face a esta situação! E a vasta maioria partilha desse sentimento.

Não sei se será exclusivo da nossa Escola, creio que em todo o lado existem professores bons e menos bons, o que se trata é do poder e influência que esses professores exercem no nosso curso, e da falta de rotatividade de docentes a muitas cadeiras.
Fico atónita quando vejo colegas de outros cursos a tirarem dúvidas com professores através de MSN, quando para um aluno de Direito receber resposta a um mail duas semanas depois já é um feito estrondoso.

Quanto ao Sérgio, não o conhecia, simplesmente troquei algumas palavras com ele dentro de salas de aulas. Posso somente dizer que lamento que se tenha visto obrigado a tomar este rumo, porque acredito que foi precisamente isso que aconteceu. Como poderia ele ter terminado o curso na UM com o atrito com o Horster? E como poderia ele pedir transferência para outra universidade, se é necessária a autorização desse mesmo professor/autoridade?

Hoje, estou de facto decepcionada com a Escola de Direito.
Se “soubesse o que sei hoje” não teria sido esta a minha primeira opção. E digo isto com uma profunda tristeza.
Mas, agora, já na recta final (ou pelo menos espero eu, não vá Obrigações correr para o torto) resta-me só estudar sempre um pouco mais e esperar pelo dia em que esteja livre deste antro de mau estar.
Aquilo que sempre ouvi dizer, que estes são os melhores anos da nossa vida, isso é como época especial: É para TODOS os alunos, de TODOS os cursos [excepto os de Direito].
Por isso amigos, façam como eu, descubram os mails dos jornalistas que publicaram artigos sobre o incidente, das autoridades, e quem mais encontrarem que nos dê ouvidos, entrem em contacto, e peçam só para que investigam os “segredos” que cá nascem e cá têm tendência a morrer.

Gostaria só de dizer em última análise que tenho para mim que existem grandes mentores na Escola de Direito. Vejo alguns professores que esforçam-se por dar as aulas todas, chegar a horas, cumprir horários de atendimento e falam com alunos sem como se de gente se tratasse.
Mas lá está, depois há os outros, e são esses que mancham o bom nome que a Escola de Direito poderia muito bem ter.

Desejo a todos muita força e sorte, e que se lembrem que um dia, isto fará parte do passado.

Cobarde e sensatamente: Anónima.

(e uma advertência: os SA indicaram-me esta semana que época especial aberta ainda não estava confirmada)

 
At 20 junho, 2007 13:37, Anonymous Susana Vieira said...

Eu sou aluna na Universidade do Minho, e devo confessar que no meu ano de caloira sofri um choque porque os alunos mais velhos promoviam desde cedo a humilhação e discriminação. O status académico, que sobe consoante o número de matrículas que os alunos têm ( um aluno com mais de uma matrícula é «doutor», o aluno com mais matrículas que o número que seria necessário para acabar o curso á «cardeal» e o aluno com mais matrículas na Universidade é «Papa») fazia com que os alunos mais velhos estivessem constantemente a «zurrar» os mais novos, forçando-os sob pena de ficarem excluídos da vida académica a fazer coisas impensáveis, que vão desde simular actos sexuais até beber quantidades exasperadas de alcool. Assim, em nada me espanta a atitude deste aluno, que se calhar como eu pensou que ia entrar num estabelecimento de ensino, e de repente viu-se numa espécie de «frek show» em que os caloiros são literalmente carne para canhão. Eu fui praxada, mas hoje se pudesse voltar atrás nunca teria permitido que mexessem com a minha dignidade em prol d euma vida académica que se resume muito simplesmente á constante humilhação dos caloiros e bebedeiras anuais que levam a um triste desfile a que orgulhosamente se chama «enterro da gata». Não querendo com isto, claro, justificar o acto do aluno, mas se calhar se desde o início tivesse sido promovida a sua integração em vez da sua humilhação ele não tivesse agido desta maneira.
Votos de melhoras para o professor ferido, e que este acto não lhe tenha tirado a vontade de continuar a leccionar como tenha promovido a sua vontade de melhorar um ensino superior, que de superior neste momento não tem absolutamente nada.
PS: Também é um pouco triste por vezes entrar na Universidade, sobretudo no Verão, e a primeira imagem que temos são um grupo de alunos a fumar ganza junto ao «Prometeu».

Susana Vieira
Email: Blutigengel@hotmail.com

 
At 20 junho, 2007 14:04, Anonymous Anónimo said...

Compreendo a questão colocada, e acho-a pertinente, na medida em que o 'abuso' muitas vezes começa antes de uma pessoa se inscrever, mas de qualquer modo, a praxe pouco tempo dura, e os “doutores” pouco ou nenhum poder têm, na verdade, só subsiste porque os caloiros são levados a crer que esse poder existe (talvez seja essa a situação entre professores alunos, mas não me parece que o paralelismo seja suficiente) embora admita que a exclusão efectuada possa ter efeitos nefastos na vida académica!

No entanto, creio que não foi a situação do Sérgio: já vários colegas disseram que o aluno começou com problemas não desde que entrou, mas com a segunda matricula, e que ele antes das vicissitudes era uma pessoa muito diferente: O colega este ano está na quinta matricula.
A vida dele mudou sim, e ele sentiu-se certamente inferiorizado quando agredido por um 'manda-chuva' da Escola de Direito.
E quando não encontrou quem testemunhasse a seu favor, (certamente porque o medo sobrepunha-se a um sentimento de justiça, ou porque previam as repercussões). Em consequência disto, alguns colegas tiveram uma certa apreensão em serem conotados com ele, e afastaram-se. Claro que não seriam esses verdadeiros amigos, mas só posso acreditar que o Sérgio se tenha sentido abandonado: pelo curso, pela sorte, pela justiça.

E já agora, finalmente alguém que não é anónimo! Agora pensa na situação em nos encontramos, e o receio e verdadeiro MEDO que sentimos (de nunca mais acabarmos o curso, nem aqui, nem em lado algum) para não podermos sequer assinar com Iniciais. Nós temos algo a perder, algo que nos é muito valioso: um projecto de vida, um sonho para muitos! É um verdadeiro caso de “contado ninguém acredita” que no século XXI esta situação se esteja a verificar.

Cobarde e sensatamente: Anónima.

 
At 20 junho, 2007 14:18, Anonymous Susana Vieira said...

cara anónima:

Concerteza que conhecerá melhor que eu as circunstâncias em que se desenroulou este acto, e a minha estadia na UM infelizmente foi encurtada. No entanto penso que a praxe não é nem leve nem curta. As marcas e reprecursões dela estão bem á vista nos «doutores e cardeais» cada vez mais abusadores e visivelmente frustrados. Para mim esta é uma questão fulcral e entristece-me saber que num sítio onde o ensino até se orgulha de ser «superior» acabe por demonstrar ser o oposto. Podem não ter sido estas as causas que levaram á consequência, mas é para mim ponto acente que enquanto for este o ambiente de recepção aos novos alunos, que depois disto se deparam com a maior das confusões noutros campos, o ensino superior devia mudar de nome, talvez para «inferior».

Susana Vieira

 
At 20 junho, 2007 17:35, Anonymous Defensor dos Bons Costumes said...

Ah Menina Susana de facto vê-se que deve ter sido muito perturbada pelas nefastas tradições académicas... beber muito com pessoas da mesma idade e mais velhas q se vão tornar nos melhores amigos e pq não encontrar o "MENTOR"... DEve ser mesmo Mau?!... "Freak Show"!? ... Inferior!? São aqueles q não respeitam que uns gostem de estar de quatro.. e que bebam quantidades Anormais de Cerveja.. Eu compreendo a sua inferioridade não deve vir em livros ter VIDA?! ... Pois Vida aquilo que alguém ia tirar! Ainda bem n tirou.. Ms ainda há aqueles que o acham o Jesus Cristo!! Coitadinho.... Pois Coitadinho do Pilatus (o Luís pah) iriamos ter saudades d certo da peculiar maneira d dar AULAS com os braços ao alto rodando d forma similar!!! Mas Pah Coitadinho Foi a PRaxe.. A CErveja... a JS daqui a pouco... pa nao falar dos Meninos d Etiquetas... a Culpa é Desses ... Todos Juntos foram lá de faca e tentaram dar um SUstinho... aii... Foi a Praxe... [ImPessoais]

 
At 20 junho, 2007 18:13, Anonymous Anónimo said...

Este senhor defensor dos bons costumes estará bêbado!? N nos desviemos da questão em causa e deixem a Praxe para ser discutida na altura devida, que não é certamente agora!

L.R

 
At 20 junho, 2007 18:15, Anonymous Anónimo said...

Respeito a opinião da Susana, embora não a partilhe totalmente.

De qualquer modo, de lembrar que não estamos aqui nem para julgar o Sérgio, nem para o absolver: tal tarefa cabem aos tribunais.

Toda a situação suscitou a discussão aberta do estado da Escola de Direito, nas suas diversas vertentes, e penso que devemos tentar limita-la exactamente a esse tema.

A menção à praxe, parece-me um pouco desajustada, além de nem sequer servir os nossos interesses.

É extremamente importante, organizar, como já foi sugerido, os comentários feitos, de modo a conseguir um rascunho educado mas assertivo dos problemas que infelizmente temos.

Tenho tentado fazer isso, mas o tempo (com os exames) não é muito...

 
At 20 junho, 2007 18:48, Anonymous Anónimo said...

Boa tarde a todos,

a propósito de um assunto de certo modo relacionado (abuso de poder, ditadura, etc), encontrei um post no blog Blasfémias, onde é colaborador o nosso professor Dr. Carlos Amorim, com uma citação que sinto como inspiradora:

" First they came for the Communists, and I didn’t speak up,
because I wasn’t a Communist.

Then they came for the Jews, and I didn’t speak up,
because I wasn’t a Jew.

Then they came for the Catholics, and I didn’t speak up,
because I was a Protestant.

Then they came for me, and by that time there was no one left
to speak up for me.

Alguns processos rumo ao autoritarismo só podem ser travados se a maior parte dos indivíduos tiver coragem nos pequenos momentos. De qualquer das formas, quem não tiver coragem para os pequenos momentos, dificilmente a terá para os grandes."

http://ablasfemia.blogspot.com/2007/06/first-they-came.html

 
At 20 junho, 2007 21:14, Anonymous Susana Vieira said...

defensor dos bons costumes, pela tua maneira brejeira e algo ultrapassada de falar suponho que das duas uma: ou acabaste o curso e estás num emprego merdoso ou então és meu avô. Como a segunda me parece impossível....
De facto a praxe pode não ter nada a ver com este caso, mas foi uma coisa que sempre me aborreceu na universidade e penso que é não só denecessária como prejurativa, nos termos em que se pratica, claro. Além disso não é preciso assim tanto para um aluno se sentir caluniado e injustiçado e agir como o Sérgio. Num local onde se devia cultivar a aprendizagem desaprende-se, e onde os valores deviam vir em primeiríssimo lugar, não existem. E depois quando chegam casos como estes é tudo a atirar filetes como se fosse o senhor Reitor, com todo o respeito que tenho por ele. Mas vejo que este debate depressa saltou para as ameaças e indirectas do costume, de gente que provavelmente se conhece e está a tentar ajustar contas da única maneira possível em Braga: Cobardemente.

Susana Vieira

 
At 20 junho, 2007 21:23, Anonymous Anónimo said...

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At 20 junho, 2007 22:16, Anonymous defensor dos bons costumes said...

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At 20 junho, 2007 22:39, Anonymous Anónimo said...

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At 21 junho, 2007 00:19, Anonymous Anónimo said...

Saudações colegas universitários!
Li mais de metade dos posts aqui escritos e devo dizer que se acham que estão numa situação complicada de docentes/alunos estão muito enganados! Aqui mesmo ao lado na Escola de Engenharia, Azurém há casos idênticos ou bem piores vindos de docentes bem mais importantes do que esse docente de nacionalidade Alemã.
Em relação ao que se passou com o nosso colega Sérgio, infelizmente nada justifica a atitude tomada, mas sei por experiência própria que muitas vezes passa pela cabeça de muitos de nós actos de desespero bem piores na tentativa de se fazer justiça numa batalha desigual, onde na realidade não temos praticamente hipóteses nenhumas de vencer.
De qualquer forma era bom reflectir no que leva a universitário de 24 anos tomar este tipo de atitude, porque só pode estar mesmo alguma coisa muito errada.
Ao ler o comunicado oficial da vossa associação de estudantes, e correndo o risco de estar a fazer uma grande generalização (da mesma forma que a vossa representante o fez), acho muito difícil que se verifique essa situação em qualquer curso da nossa estúpida Universidade, pelo menos a ter conta os relatos dos meus variados colegas espalhados pelos diversos cursos, e quando usamos a palavra GERAL desta forma corremos sempre o risco de deixar por baixo casos muito graves como a situação que se passa(va) com o nosso colega Sérgio.
De qualquer forma um sincero desejo de melhoras ao professor e um boa sorte ao nosso colega que bem vai precisar.
Ass.: Aluno da Escola de Engenharia

 
At 21 junho, 2007 00:38, Anonymous Zebedeu said...

Caro anónimo

Não querendo desviar-me da questão principal que está em "debate", não tem moral nenhuma para andar a dizer que uma pessoa chega onde chegou à custa de favores sexuais. Como disse e bem Susana Vieira "este debate depressa saltou para as ameaças e indirectas do costume, de gente que provavelmente se conhece e está a tentar ajustar contas"... Não acuse os outros de brejeirice...Olhe para um espelho...
Em relação ao Sérgio conheço-o, somos amigos, e as declarações do Sr. João Leite são falsas e caluniosas. O Sérgio é um bom amigo, uma excelente pessoa. Claro que eu nunca previa este desfecho. Todos fomos apanhados de surpresa. Não querendo arranjar desculpa para o que fez, uma coisa é certa. É da maior importância para o futuro da instituição descobrir tudo o que está por detrás deste acontecimento. Os professores responsáveis têm que admitir que não souberam lidar com as mudanças operadas no nosso curso. Plano antigo, Plano novo, Processo de Bolonha… O exemplo mais caricato foi a extinção de cadeiras do plano antigo, com os alunos desse plano a terem que fazer mesmo assim o respectivo exame sem que tivesse sido leccionada qualquer aula. Que é isto??? Pagamos propinas para quê??? Eu também fui apanhado no “triângulo das Bermudas” Professor, Escola de Direito, Serviços Académicos… Mas foi só uma vez porque jurei nunca mais… Rezo para não ter mais problemas e acabar o curso o mais rápido possível… O Sérgio foi persistente até que não aguentou mais…Será que podíamos ter feito algo para evitar o que aconteceu? Talvez… Mas agora é fácil falar…

 
At 21 junho, 2007 14:31, Anonymous Anónimo said...

É de facto vergonhoso o que se passa na Escola de Direito da UM! Vergonhoso!
Não posso de forma alguma achar correcta a atitude do meu colega Sergio,pois nada justifica este tipo de atitudes! Mas sinto na "pele" aquilo que ele sente...alvo de injustiças! A nossa Escola é uma vergonha! Os senhores Drs acham-se os senhores de tudo! Somos alunos bons,razoáveis mas não entendo o que acontece que quando entramos em Direito na UM,ficamos todos "burros" porque as nossas notas são uma autêntica VERGONHA! E como é possível que os nossos professores, e mais ainda,aqueles que são no fundo responsáveis pelo bom funcionamento do nosso curso,como e possível que ninguém repare em tudo isto?! Será normal os alunos reprovarem constantemente com notas vergonhosas!
Há muitas coisas nesta Escola que muita gente não percebe! Digo muita gente, porque há quem não tenha nada contra,vá-se lá saber porquê!
Esta pouca vergonha que aqui se passa na UM não se deve passar em mais lado nenhum. Em Coimbra os estudantes de Direito são unidos e quando algo está mal,todos juntos lutam pelos seus direitos!
Aqui na UM nós não temos direitos! Nem sabemos o que isso é!
É incrível como nos sujeitamos a tudo sem proferir um "ai"!
Que tudo isto que aconteceu alerte consciências na nossa Escola e, que os que ainda cá andam possam ter orgulho desta Academia! Sim porque se muitos soubessem o que lhe espera mudavam de ideias de certeza! E só espero que novos alunos que cheguem a esta Escola sejam mais unidos e lutem pelas coisas a que têm direito! Estas injustiças e esta pouca vergonha têm de acabar! E senhores doutores,não se esqueçam que hoje somos alunos,mas "amanhã" somos doutores como voçês! Mudem de atitude porque esta Escola está em decadência... E mais, a Comunicação Social o que quer é polémicas, "bombas"! Não tarde muito vão começar a tentar descobrir todos os podres desta Escola e depois aí sim todos vão perceber o estado em que isto se encontra!
O que aconteceu com o Sérgio(rapaz perfeitamente normal,não é nenhum doente mental como alguns o querem fazer!), ainda vai dar muito que falar e se, esta situação não mudar esta Escola vai andar "nas bocas de todos",e quando a "bomba" rebentar há muita gente que não vai ter medo de dar a cara e contar tudo o que se passa aqui! Porque afinal de contas, a partir do momento em que entramos aqui ficamos todos assolados com o medo e ninguém reage a nada...medo de nunca mais conseguir acabar o curso...medo de tudo!
Para aqui deixarmos a nossa opinião temos de esconder a nossa identidade! Mas porquê?! Porque temos medo! Onde está afinal a nossa liberdade de expressão?! Ela existe?! Ela pode existir mas nós não a usamos,porque o medo é tão grande que sabemos que quem vence são os mais fortes!
Nesta Escola funciona a lei do mais forte! E essa lei existe?! Onde está prevista?!
Afinal que justiça é esta?!

 
At 21 junho, 2007 14:58, Anonymous Anónimo said...

era uma vez um faca.

estava muito quietinha numa cozinha, até que creio alguém a pegou nela.

quando se levedou do que havia acontecido, era a arma de um crime...

Crime!!! Sabem o que isso é???

OK. Não sabem

abraços.

 
At 21 junho, 2007 15:00, Anonymous Anónimo said...

O maior erro que cometi na vida foi ter pensado que o curso de Direito na UM seria algo de muito bom! Passei por outra Universidade, mas o sonho sempre foi entrar na UM(sei lá porquê!),mas foi o pior que podia ter feito! Frequentei o curso de Direito noutra Universidade e por isso posso fazer comparações! Tinha bons professores,exigentes mas bons! Sim porque não é a exigência que faz de um professor um "mau professor"! E tenho pena não ter aí permanecido. O sonho tornou-se num pesadelo quando percebi que as coisas não funcionavam como eu imaginava!
A nível de professores estamos muito aquém do que seria esperado numa Universidade conceituada como a UM (salvo raras excepções!).
Há um prazer constante de reprovar alunos! É inacreditável!
Há professores que não respeitam direitos tão simples,tão básicos como o direito que temos de fazer exame oral quando a nossa nota é de 8 ou 9 valores,essas notas para alguns não existem!
Não respeitam prazos para lançar as notas! E quem os pune? Niguém! Mas se formos nós a não cumprir o prazo de pagamento de propinas?! O que nos acontece?
São estas diferenças que deixam todos com sentimentos estranhos! Depois estranham esta revolta,angústia! Não estranhem porque ela existe na maioria dos alunos de Direito desta Universidade!
Qual é o direito de um professor lanças notas e depois no dia seguinte chegar à conclusão que se enganou e lançar as notas de novo? Mas mais impressionante é o facto de toda a gente aceitar isto! Ou se não aceitam porque não fazem nada? Porque não reclamam? E, quando nós nos enganamos alguém nos perdoa? Alguém nos tolera?
Qual é o direito de os professores perderem os exames dos alunos e nem sequer se dão ao trabalho de colocar uma pequena nota na pauta para o aluno contactar o docente? Simplesmente coloca lá daquelas notas que estamos mais que habituados a encontrar nas nossas pautas! E a responsabilidade do professor? Não é responsável pelos seus actos? Vejam os vossos exames pois nunca se sabe se o próximo exame a desaparecer será o vosso! Estejam atentos!

 
At 21 junho, 2007 15:42, Anonymous Anónimo said...

De facto as inúmeras reacções que aqui vêm sendo colocadas deixam uma prova inequívoca de que algo de muito grave se passa na Escola de Direito...Pena realmente que se encontre a decorrer uma Época d exames, aliás, curiosamente o "célebre" episódio entre Sérgio e o pastor alemão também creio ter ocorrido próximo de uma Época de exames, mas tal não poderá resultar na desmobilização dos estudantes, isto porque embora sob o anonimato é fácil depreender que exite MUITA gente descontente!

Fica o apelo!E já agora fico à espera da divulgação das "(...)acções concretas com outras associações desta Academia" levadas a cabo pela ELSA.

N.T.

 
At 21 junho, 2007 16:36, Anonymous Anónimo said...

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At 21 junho, 2007 17:16, Anonymous Anónimo said...

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At 21 junho, 2007 17:17, Anonymous defensor de um bom jurista said...

Peço Desculpa, às Mentes Brilhantes!! Dotadas de todas as grandes características que fazem um jurista... Deviam Pedir para fazer o Curso em 3 ANOS.. Mais uma Vez Desculpa!

 
At 21 junho, 2007 17:18, Anonymous Anónimo said...

Caros Colegas,
Ainda que este não seja motivo de orgulho para nehum de nós, há pelo menos um ponto positivo:
-Há muita gente descontente com esta cambada de Inúteis que vivem à custa do estado PORTUGUÊS, com o dinheiro das propinas que pontualmente pagamos (pelo menos a grande maioria de nos) com o dinheiro que tanto nos custa a ganhar, para essa corja continuar a fazer o que lhe dá na real gana.
Impõe-se uma questão:
- Já alguém sugeriu ao reitor, ao ministro, à comunicação social que lesse estes posts?

Estamos á espera de quê?

 
At 21 junho, 2007 17:21, Anonymous Loja do Trezentos said...

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At 21 junho, 2007 18:53, Anonymous Anónimo said...

Sinceramente acho de muito mau tom fazermos disto uma palhaçada! Trata-se de mostrarmos aqui o nosso descontentamento mas há quem prefira fazer disto um "circo"!
Isto trata-se de um assunto muito sério!

 
At 21 junho, 2007 19:05, Anonymous Anónimo said...

O que dizer depois de ler todos estes comentários?! Como é possível que uma Academia desta envergadura possa permitir que estas coisas aconteçam?
Alguém tem de tomar medidas muito sérias nesta Universidade!
Seria bom que o Senhor Reitor se desse ao trabalho de ler estes comentários de alunos desta Universidade! A Escola de Direito está um caos! É preciso que TODOS caiam na realidade e que se faça algo urgente!
Não podemos aprovar a conduta do Sérgio, mas o Sérgio não é o único a sentir-se revoltado,angustiado,deprimrido! É preciso que se entenda bem isto! E agora com estes acontecimentos o que se verifica é que apesar de aparentemente tudo funcionar bem afinal há muita gente descontente,afinal são muitos os que se sentem revoltados! O Sérgio não é um caso isolado como tentam dar a entender!

 
At 22 junho, 2007 03:02, Blogger Mr.M said...

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At 22 junho, 2007 03:21, Anonymous Anónimo said...

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At 22 junho, 2007 06:27, Anonymous Anónimo said...

Caros docentes do Curso de Direito da Universidade do Minho, Presidente da Escola e Director do Curso, deixo-vos uma citação (sim, porque acredito que por aqui passam) de Miguel de Unamuno:

"Este é o templo da inteligência. E eu sou o seu sacerdote mais alto. Sois vós que profanais este sagrado recinto. Ganhareis, porque possuis mais do que a força bruta necessária. Mas não convencereis. Porque para convencer é necessário persuadir. E para persuadir é necessário possuir o que vos falta: razão e direito em vossa luta."

Definitivamente, não nos convencem!

Sensatamente Anónima

 
At 22 junho, 2007 08:16, Anonymous Anónimo said...

Onde anda a comunicaçãO SOCIAL?Então acham mesmo que o Sérgio ía meter-se na toca do lobo, para a seguir pagar caro o atrevimento de entrar naquele departamento? supõem que alguém minimamente sensato, não planeava algo mais complicado?Vá lá investiguem os porquês da agressão, condenem o acto, mas investiguem...Será dificil concluir quem são os Profs que mantêm reprovações elevadas no Curso( mais de 300 alunos!).Comparem as pautas de Direito com os restantes cursos..investiguem e vejam o tipo destes Profs, conhecidos porque mantêm os alunos na U.M. impedindo-os de se tornarem colegas.Lei da concorrência, nem pensar...

 
At 22 junho, 2007 11:39, Anonymous solmar said...

Caros colegas,
É óbvio que as coisas não estão bem na escola de Direito. Mas será que temos de ofender os nossos professores? Eles são seres humanos ~como nós e já foram alunos também.
Por vezes são injustos nas notas? São. São arrogantes? Alguns. Mas e os alunos? Muitos de nós querem passar às cadeiras sem esforço, estudam dois ou três dias e já pensam que sabem tudo. Eu estou no terceiro ano do curso e nunca reprovei a nenhuma cadeira que tivesse estudado a sério. Já reprovei a algumas cadeiras mas simplesmente não estudei o suficiente para elas.
Temos cadeirões??? Temos. e daí???? Todos os cursos têm.
Temos é de nos esforçar para conseguir.
Vamos parar de insultar professores, eles erram, assim como nós. Porquê em vez dos insultos começarmos a agir como alunos de direito e argumentarmos as nossas convicções com os próprios????
Pensem nisso.
E toca lá a estudar que isso é que nos faz passar às cadeiras e não esfaquear e insultar professores.
P.S. Não nos vamos esquecer que na UM temos dos melhores professores de direito do país.

 
At 22 junho, 2007 11:47, Anonymous Zebedeu said...

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At 22 junho, 2007 12:17, Anonymous Mata-ratos said...

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At 22 junho, 2007 12:17, Anonymous Anónimo said...

Onde ouvis-t dizer que é na UM que temos os melhores profs de Direito?! Acredita que estás enganada! Olha bem à tua volta e para a qualidade de ensino! E se tu nunca sofreste na "pele" injustiças isso não significa que outros as não tenham sofrido. Há quem estude e sabe que merece passar e não consegue! E não se trata de estudo de 2 ou 3 dias como falas. Ninguém pede nada de "graça"! É bom que TODOS percebam isso. Simplesmente queremos melhor ensino e que certas diferenças deixem de existir. Só isso!
E se é aqui que estão os melhores profs então não manesn contacto com mais nenhuma Universidade do país! Informa-te bem 1º!
POdes dar-te então feliz porque dessas ver dos casos raros desta Escola! POrque se reparares bem nos comentários dos teus colegas não se trata de dizer mal porque apetece, mas sim porque há uitas situações pouco claras!
E já olhas-t bem pras nossas pautas? De certeza que não!

 
At 22 junho, 2007 12:21, Anonymous Anónimo said...

E há pessoas aqui que devem estar a divertir-se com determinados comentários! Há pessoas que não têm mesmo noção de nada!
Trata-se de um ASSUNTO SÉRIO! Será que não é difícil perceber isso?!

 
At 22 junho, 2007 14:11, Anonymous Anónimo said...

o que se passa nesta escola ,dita de Direito,é tão vergonhoso que me obriga a contar mais uma das muitas injustiças deste curso: eu enquanto finalista desta licenciatura corro o risco de não acabar este ano pois não sou Deus, nao tenho a capacidade de ser omnipresente.. por ter cadeiras em atraso( algo muito normal em direito), tenho na época de recurso três cadeiras no mesmo dia e á mesma hora..ou seja só posso fazer uma... mas afinal para que é que eu pago 900 euros de propinas se nem os exames posso fazer?sei que como eu muitos outros alunos se encontram nesta situação... que Estado de Direito é este? enfim.. lá vai anonimo....

 
At 22 junho, 2007 14:28, Anonymous Anónimo said...

Acredita que não és caso único! Mas esta Escola funciona mesmo assim! E como podemos chamar a esta Escola, Escola de Direito?!

 
At 22 junho, 2007 14:43, Anonymous Anónimo said...

Qual é a lógica de ser implementado o famoso Processo de Bolonha(pelos piores motivos) ao 3ºano do curso de Direito?! Mas afinal quando nós entramos nesta Universidade era isto que esperávamos? E as nossas expectativas? Não importam?
1º criam-se ECTS para que se comlique mais ainda a vida aos alunos,depois ficam muitos alunos 1 ano a fazer 2 ou 3 cadeiras!
Assim é mais dinheiro que entra nos cofres da Universidade! A Secretaria foi inundada de requerimentos dirigidos ao Sr.Reitor! Ninguém nos sabia informar ao certo o que nos iria acontecer! E ainda vêm alguns dizer que não há injustiças?!
Agora vem o Processo de Bolonha!
Que mais virá a seguir para que sejamos ainda mais prejudicados?!
Sim porque é o único objectivo desta Escola!
Alguém pediu a opinião dos alunos quanto à implementação de tudo isto? Afinal as propinas são pagas por quem? Nós não somos voz activa nesta Universidade?
Onde estão então os nossos direitos? Quais são? O de CONSENTIR tudo e CALAR!
Para que serviu a Reunião Geral dos alunos de direito? NADA! Niguém faz nada. Será que todos têm a verdadeira noção do que nos está a acontecer?! De certeza que não!
Depois de aqui terminarmos a licenciatura vamos para uma Universidade privada porque a nossa Escola não nos vai aceitar no Mestrado com médias de 10/11! E quem sabe se aí as coisas não funcionarão melhor,pois há privadas com prestígio! Afinal pior do que esta não há muito pra onde!

 
At 22 junho, 2007 14:51, Anonymous Anónimo said...

É inadmissível tudo o que se passa na escola de Direito! INADMISSÍVEL! Não há respeito pelos alunos!
Há casos de alunos que andam anos no curso de Direito e acabam por desistir porque as injustiças são tantas que das 2 uma,ou perdem a cabeça como aconteceu com o Sérgio num acto de desespero total,ou mudam de curso,de Universidade!
Não podemos apoiar a conduta do Sérgio,seria impensável! Mas algo tinha de acontecer um dia! Isto está num estado tal que as "loucuras" não devem terminar por aqui!
É pena porque quando entramos aqui ficamos orgulhosos,mas esse orgulho acaba por desvanecer com tudo isto que se passa!
Seria bom que todos sentíssimos um orgulho enorme do nosso curso,dos nossos professores,da nossa Escola!

 
At 22 junho, 2007 16:07, Anonymous Anónimo said...

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At 22 junho, 2007 16:38, Anonymous Anónimo said...

Espero bem que no caso de os nossos professores decidirem vingar-se nas notas que TODOS JUNTOS façamos alguma coisa!
Que não seja como de costume! Mas tnho esperança e, penso que todos temos, que depois deste episódio os docentes da nossa Escola percebam o estado em que ela se encontra e façam alguma coisa não só para bem dos alunos,mas para bem da própria Escola!

 
At 22 junho, 2007 19:40, Anonymous Anónimo said...

Só uma solução, a intervenção do Ministro responsável pelo ensino superior público, não acredito ele pactue com este sistema, oxalá alguém consiga fazer chegar este Blog ao seu gabinete.Anda o país a poupar e a despedir quem trabalha, para depois aumentar propinas como forma de manter o sistema, como este, da escola de Direito! Terá C.Gonçalves vontade em mudar o curso, enfrentando os tubarões que o cercam e são os verdadeiros detentores do poder nessa escola? Afinal a infelicidade de um aluno serviu para desmascarar comportamentos abusivos e discriminatórios de quem devia ensinar e transmitir conhecimentos de Direito.

 
At 22 junho, 2007 21:09, Anonymous Anónimo said...

Até ao momento, a Comunicação Social ainda não revelou interesse pela Nossa Causa. Apelo aos colegas para percorrerem os sites de jornais, televisões, etc, e enviarem emails anónimos a chamar a atenção para o problema. Se apenas 2 ou 3 pessoas o fizerem, o impacto será muito pequeno, mas se 20, 30, 50, 100 pessoas o fizerem, serão "obrigados" a tentar perceber o que se passa!

As notas de obrigações ainda não sairam, mas as orais estão marcadas para 3 e 4 de Julho. Naturalmente, esta é apenas uma das disciplinas mais problemáticas, mas seria óptimo conseguir destaque nos jornais e televisões antes desta data. Acredito que, se o Dr. Nuno Oliveira e a Escola de Direito, souberem que estão a ser alvo de investigações da comunicação social, vão ter um pouco mais de cuidado do que é costume nas correcções.

Não fiquem sentados, a visitar o blog, a comentar e a estudar, pensando que "por magia" o assunto vira título de jornal. Percam 15 minutos a criar um mail e a divulgar o assunto. Se contarmos todos com o "parceiro" e não fizermos nada, nada irá aparecer feito!

Enquanto anónimos não podemos fazer muito, mas pelo menos VAMOS deitar mão ao pouco que podemos!

Sensatamente Anónima

 
At 22 junho, 2007 21:29, Anonymous Anónimo said...

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At 22 junho, 2007 21:33, Blogger Jam said...

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At 22 junho, 2007 21:40, Anonymous Anónimo said...

Embora as escolhas múltiplas do Dr. Wladimir sejam, muitas vezes, pouco claras, um facto é que os critérios de correcção são efectivamente objectivos. É das poucas situações em que temos a certeza que, se soubermos responder, conseguimos tirar a cotação toda (ainda que ultimamente represente apenas 5 valores em 20...)

Enfim... mais uma....

 
At 23 junho, 2007 13:33, Anonymous Anónimo said...

Já enviei 1 mail para todas as televisões, alguns jornais, procuradoria e ministerio da educação... De que é que estão à espera?? Um mail não vai fazer a diferença, mas muitos...
Se as notas forem tão más como o costume, ou ainda piores tenho a certeza que, assim, vai haver alguém a ver...

 
At 23 junho, 2007 14:15, Anonymous Anónimo said...

Há mais episódios caricatos de exames! Sim pk se bem me lembro na 1ª frequência de Dto Penal esperamos n´s de tempo pk não havia exames...o ficheiro do exame não abria...alguém se lembra?!
É pra isto que pagamos propinas?!

 
At 23 junho, 2007 15:00, Anonymous Anónimo said...

O que se passou passou. Pensemos no futuro. Não entremos em histeria.
Tiremos o ensimento possível dos acontecimentos e das suas reacções.
Sentemo-nos todos à volta de uma única mesa e resolvamos os nossos problemas com a frontalidade como foram expostos nos diversos comentários.
Não procuremos os responsáveis, pois eles são muitos, e se fizermos um exame de consciência, se calhar cada um de nós tem parte da culpa.
Dignefiquemos a Nossa Escola.
Estou a acabar o curso e sei o quanto penoso tem sido, mas certamente sou parte do agressor e do agredido.
Apelo ao bom senso e poder reinvindicativo das associações para trazer a Paz ao nosso meio, principalmente nesta ocasião de exames em que toda a concentração é necessária.
FS

 
At 23 junho, 2007 15:22, Anonymous Anónimo said...

Não basta mandar mails para a comunicação social... é preciso dar a cara, sem isso, os jornalistas não vos ligam nenhuma. Acreditem em mim...É complicado dar a cara e contar o que se passa, mas só assim meus amigos....
Tantos alunos a pensar o mesmo e não conseguem fazer nada... Pensem nisso...

 
At 23 junho, 2007 15:25, Anonymous Anónimo said...

Pois isso é o mais incrível! Tantos que sofrem os meus problemas e ninguém faz nada! Todos têm medo! É incrivel!

 
At 23 junho, 2007 15:31, Anonymous Anónimo said...

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At 23 junho, 2007 15:38, Anonymous Zebedeu said...

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At 23 junho, 2007 15:45, Anonymous Anónimo said...

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At 23 junho, 2007 16:08, Anonymous Anónimo said...

É verdade! Até pode ser boa pessoa,mas nós pagamos propinas para termos bons professores! Professores justos! Professores que dignifiquem o cargo!
Não para termos professores que nada ensinam,que chegam atrasadíssimos às aulas e passem o tempo a falar ao telemóvel!
Se ocupam outros cargos, pois que ocupem apenas aqueles que achem que são competentes! Mas tem de sobrar sempre pra nós!
E depois estudem o livro todo para o exame! Então pagamos propinas para estudarmos apenas por um livro ou para termos um professor que nos explique a matéria! Que nos ensine como deve ser!

 
At 23 junho, 2007 16:37, Anonymous Anónimo said...

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At 23 junho, 2007 16:57, Anonymous Anónimo said...

Visitem e deixem o vosso comentário também aqui:

http://portugalclub.org/

Puxem para baixo no ecrã para chegar ao texto que importa.

Partilho também com todos que este site reenviou para todos os seus membros o texto em causa (uma lista gigante de membros, acreditem!)

Dei o meu melhor para fazer um resumo da situação mas pode conter incorrecções. De qualquer modo, o objectivo é chamar a atenção para este post e os mais de 150 comentários.

Não concordo com o que um anónimo disse, no sentido de o anonimato nos retirar toda a credibilidade. Até porque, e falo por mim, não teria problema de dar a cara ao jornal, desde que me fosse garantido o sigilo relativo à minha identidade.

Continuem a fazer chegar tudo isto ao maior número de pessoas possível.

Aluna

 
At 23 junho, 2007 17:36, Anonymous Anónimo said...

Cara colega,
esperemos que de facto tudo o que aconteceu não seja em vão. Não podemos apoiar a conduta do nosso colega Sérgio, mas todos sabemos quais os verdadeiros motivos que o levaram a cometer tal "loucura"!
Não terá sido pelo estatuto que dizem que pretendia, mas sim por um acumular de injustiças!
Injustiças estas que todos sofremos! São notáveis aqui os elogios ao Prof.Dr.Cândido de Oliveira e porque será? Talvez seja das poucas pessoas que se podem aproveitar nesta Escola!
E dizia uma colega aqui neste blog, que nós temos os melhores professores de Direito do país! Como é possível alguém afirmar isto?!
Alguns sem dúvida que são professores que dignificam o cargo! Mas quantos?!

 
At 23 junho, 2007 17:40, Anonymous Anónimo said...

Fundamentalismos, não. Os extremos tocam-se.
Tal como já disse, sem qualquer intenção de "laissez faire, laissez passé", acho que deve ser o bom senso e poder reinvindicativo das associações, com a certeza de que têm o apoio incondicial dos alunos nesta justa luta, a liderarem este conflito.
É necessário desdramatizar a situação que se vive na nossa Escola de Direito.
FS

 
At 23 junho, 2007 17:47, Anonymous Anónimo said...

Caro FS.
Há quantos anos dura a palhaçada?
Viste as associações a mexer uma palha que não fosse por os sapatinhos dos senhores Doutores com mais brilho que o sol?
Não sejas lirico...

 
At 23 junho, 2007 17:54, Anonymous Anónimo said...

FS,

se achas que a situação está a ser dramatizada, não compreendo a tua necessidade em assinar apenas com iniciais...

eu tenho medo e assumo isso, mas exactamente tenho medo porque acho que a situação não está a ser dramatizada...

tu tens medo? se tens medo, então lamento, mas a situação não está a ser dramatizada

 
At 23 junho, 2007 18:38, Anonymous Anónimo said...

Compreendo a vossa preocupação, mas não se trata de medo, mas de não querer tirar quaisquer dividendos com as minhas opiniões pessoais.
As partes que estão em jogo são duas, alunos e professores, que juntas significam muito mais que qualquer uma delas e está acima de qualquer interesse particular, o que está em questão é a nossa Escola de Direito. Respeitêmo-la e promovámo-la, pois, só assim, amanhã poderemos ser respeitados.
Não extrememos posições, estamos todos muito "a quente" e isso não nos deixa ponderar a situação com a frieza que ela exige.
Não deixemos que este "infeliz" acidente acabe por não dar "os frutos" que certamente no subconciente do Sérgio eram os idealizados.
Não quero com isto dizer que ele procedeu bem, mas compreender o que provocou aquela atitude, esperando que o Dr. Luís Gonçalves (que felizmente está bem) também o entenda (faço aqui já o meu apelo nesse sentido).
A Escola de Direito da UM está acima de qualquer interesse particular, honrêmo-la esquecendo desavenças e querelas pessoais.
FS

 
At 23 junho, 2007 19:33, Anonymous Anónimo said...

O problema é que não se trata apenas de desavenças e querelas pesssoais! É muito mais do que isso!
Para que tenhamso orgulho na nossa Escola temos de ter condições para tal!
Vamos orgulhar-nos de quê? De ser humilhados? Das nossas pautas?
Não me refiro a casos pontuais, mas sim de muitos casos! Consultem as nossas pautas e digam se isso acontece em mais algum lado!
Queremos ter orgulho na nossa Escola mas para isso precisamos de condições! Essas condições não existem!

 
At 23 junho, 2007 19:38, Anonymous Anónimo said...

Queremos professores justos! Não pedimos nada de "graça", mas que sejam apenas justos! Que preparem a matéria que leccionam! Pois é para isso que são pagos!
Olhem para a organização e disciplina do Dr.Marco! Disponibiliza o material necessário atempadamente. É competente naquilo que faz. Não é pessoa de muitas conversas, mas exerce a sua função e torna-se muito acessível.

 
At 23 junho, 2007 23:50, Anonymous Anónimo said...

Com 60 anos sou hoje um homemcom alguma experiência de vida. Como aluno fui humilde e levei na cabeça; fui arrogante e levei duas vezes na cabeça.

Mais tarde passei por docente. Humilde era até motivo de gozação por parte de alunos. Arrogante, fazia das minhas para castigar. Uns mereciam outros não.

No entanto em ambas as situaçoes encontrei professores que eram um desastre no ensino e piores ainda como seeres humanos, muito piores do que os alunos arrogantes pois neles havia a prepotência.

O caso em pauta é frequente em todas as institutições de ensino. Porém se bem administradas e com uma supervisão adequeada são sempe fáceis de se minimizarem. e aqui fica a minha pergunta: SE O ASSUNTO JÁ SE PROLONGA POR VÁRIOS ANOS, QUE ANDOU FAZENDO O REITOR DA UM???

Caros estudantes de direito acreditem: os ouvidos e os olhos do reitor estão por todoa a parte. Não pensem que ele não sabia do assunto faz tempo. Deixou continuar. Nada fez para minimizar. Se fez e não deu resultado não tem condições de ser reitor.

Toda a ação tem uma reação.

Sérgio, como disse ao meu filho, se chegaste a esse ponto é que de nada serviram as palavras. Partiste para a agressão fisica porque achaste que era a única maneira de te ouvirem.

Agora meus caros pensem bem e como futuros advogados: os cortes foram superficiais não vai nem deixar marcas. Foi uma agressão para machucar mesmo ou uma agressão para chamar a atenção???

Sérgio pede perdão pela forma. Mas não peças desculpa pela reação.

 
At 23 junho, 2007 23:52, Anonymous Anónimo said...

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At 24 junho, 2007 03:12, Blogger Jam said...

«Então pagamos propinas para estudarmos apenas por um livro ou para termos um professor que nos explique a matéria!»

Nós pagamos as propinas, na Escola de Direito, para termos direito a receber uma classificação no final do semestre. Apenas e só.

Qualquer pessoa pode frequentar as aulas - ninguém controla. (e existem esses casos em que ou mandam ler o livro, ou mais vale ler o livro do que andar a perder tempo em aulas improdutivas)

Qualquer pessoa pode ir fazer exames - são raras as vezes que são solicitadas identificações.
Aliás, se um aluno for lá e se identificar com o nome de outra pessoa, com o número de aluno de outra pessoa, como é?

 
At 24 junho, 2007 05:37, Anonymous Anónimo said...

Depois de ler grande parte dos comentários fiquei estupefacto ...Gostava de ver esclarecidas 3 duvidas que possuo. Talvez para entender melhor como (a ser verdade) se chegou a esta grave situação e a razão do anonimato.
Se algum dos alunos me quiser responder agradecia, pois desconheço completamente o sistema de avaliação.
-Quando fazem os exame finais (anuais ou semesrrais) os exames são anónimos quando corrigidos?
-É possível pedir recurso, que será analisado por outro professor ?
-Os alunos tem a possibilidade de pedir a cópia do exame ficando com o documento?
Se a resposta às questoes é nao, penso que o anonimato deste blog é facilmente entendido e uma coisa é coragem... outra é leviandade.

 
At 24 junho, 2007 07:34, Anonymous Anónimo said...

Em resposta ao último comentário:

1- Quando os alunos fazem os exames finais, anuais ou semestrais, os exames não são anónimos.
2- É possível fazer uma reclamação da nota junto ao docente responsável, no prazo de 2 dias úteis a contar da data da consulta de provas. Quanto ao recurso, propriamente dito, este deverá ser dirigido ao Director de Curso (actualmente o Prof.Doutor Heinrich Horster) e o recurso será decidido por uma comissão de 3 docentes da área disciplinar, depois de ouvido o regente da disciplina. No caso de recurso, e apenas nesse caso, pode o aluno pedir uma cópia do seu exame, para efeitos unicamente de instrução do recurso (isto responde ao 3º ponto).

Ainda existe, em determinados casos, uma possibilidade, que é a de pedir um exame por júri. Só poderá pedir um exame por júri o aluno que tendo-se apresentado à avaliação final durante 3 anos, tenha obtido sempre a classificação "reprovado". O requerimento, mais uma vez, é dirigido ao Director de Curso (Prof.Doutor Heinrich Horster), devendo o aluno submeter-se a exame oral, ou exame oral e escrito, perante uma comissão de 3 docentes da área disciplinar em causa.

Tudo isto encontra-se previsto no RIAPA - Regulamento sobre Inscrições, Avaliação e Passagem de Ano, da Universidade do Minho.

Se o curso fosse outro qualquer, com a maioria de docentes "normais", incluíndo o Director de Curso, à partida estes mecanismos seriam suficientes.

Agora, quando estamos a falar do curso de Direito, e quando o próprio Director de Curso, Prof.Doutor Heinrich Horster avisa os alunos dizendo "Quem pensar em pedir revisão da nota, através do recurso, pense duas vezes, porque o mais provável é descer de 7 para 4 ou menos..."

Ora, tendo em conta este último facto e o importante facto de que os exames não são anónimos, dá para compreender que, quando dentro da Escola as coisas estão tão mal, não há nada, absolutamente nada que possamos fazer, sem estarmos sujeitos à absoluta arbitrariedade dos docentes.

Em suma, não existe nenhum meio de recurso especial, nos casos em que o problema não se limita a um ou outro professor, mas a vários, incluindo a própria direcção do curso.

Ou seja, a razão do nosso medo é simples: o sistema permite um total e incontrolável abuso de poder.

Todos queremos mudar as coisas, mas efectivamente, os canais normais estão-nos vedados pelas razões acima explicadas. Se muitas vezes se fala do corporativismo dos médicos ou até mesmo dos professores, o que dizer de professores universitários juristas, naturalmente muito melhor relacionados.

Espero ter ajudado a esclarecer as dúvidas colocadas no último comentário.

Aluna Finalista de Direito (A.F.D.)

 
At 25 junho, 2007 04:07, Anonymous Anónimo said...

O que vou dizer não é totalmente relevante, no sentido de que não se relaciona totalmente com os nossos problemas. Contudo, releva para de algum modo mostrar o tipo de prioridades que movem os responsáveis pela nossa universidade: os Serviços de Acção Social da U.M. aprovaram a adjudicação de uma obra para construção de um campo de golf para treinos, no pólo de Azurém!?!?!

http://universidadealternativa.blogspot.com/2007/04/obra-avana-e-consolida-se.html

 
At 25 junho, 2007 04:46, Anonymous Anónimo said...

Encontrei isto no blog http://esfericamenteelegantes.blogspot.com

"O colega, Sérgio Barbosa, encontrava-se numa acção em tribunal, movida pelo mesmo, contra um dos responsáveis máximos do curso de Direito. A sua acção justifica-se e decorre por, alegadamente e ao que me foi transmitido, um comportamento nada próprio para o aluno que o expulsou inapropiadamente do seu gabinete, recorrendo inclusivamente a uma leva agressão, por simplesmente não simpatizar nem respeitar o seu problema de gaguez. Neste contexto, o Prof. Doutor Luís Gonçalves, desempenhava o papel de testemunha a favor do colega Sérgio Barbosa, decidindo à última hora e, aparentemente sem justificação concreta, recuar na sua posição."

A ser verdade, explica um pouco mais o desespero do Sérgio...

Alguém sabe mais detalhes deste assunto?

 
At 25 junho, 2007 19:55, Anonymous Anónimo said...

Não tinha conhecimento desses factos. Mas realmente era conveniente saber um pouco melhor o que realmente se passou...

Gostava apenas de saber porque é que, depois de inclusivamente termos o apoio de um site com maior visibilidade do que este blog, os alunos pararam de falar? Acham que é assim que conseguirão alguma coisa?
Deixem-se ficar sentadinhos a ver o ultimo episodio de uma série XPTO e esperem que os outros façam algo por voces...

Típico...
Até parece que já se resolveu alguma coisa!!!

 
At 25 junho, 2007 21:39, Anonymous Anónimo said...

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At 25 junho, 2007 23:06, Anonymous Mariana said...

Boa noite,

Tenho vindo a acompanhar com alguma atenção aquilo que aqui tem sido escrito desde o dia 14 de Junho. Contudo, não sendo estudante da Universidade do Minho, não pensei vir a fazer algum comentário sobre o assunto até hoje. Até hoje, porque me tem espantado o vosso crescente silêncio, porque me tenho questionado acerca do porquê do vosso silêncio. Porquê a diferença paradoxal entre o número de visitas e o número de comentários? Bem, não sou estudante desta Universidade, mas sou estudante universitária e, para além disso, mantenho relações de amizade com alunos da Universidade do Minho, o que me vai permitindo obter algum conhecimento acerca das questões que aqui têm sido levantadas. A maior parte delas choca-me, outras nem tanto. A essas outras encaro-as como o produto das lógicas institucionais, chegando, por vezes, a tecer o típico comentário: "Já era de esperar". Assim, peço-vos que não esmoreçam, se necessário recorram a outros espaços de divulgação e opinião pública sejam estes televisões, jornais ou qualquer outro meio à vossa disposição, mas, por favor, não desvalorizem de tal forma o acto de desespero do vosso colega ao ponto de nem dele se servirem como força motriz da vossa luta! Por último, quero desejar a todos muito boa sorte para os exames e muita força!

Mariana.

 
At 25 junho, 2007 23:19, Anonymous Anónimo said...

Bem, e as de Direito das Obrigações, do nosso querido Prof. Doutor Nuno Oliveira também, porque as orais são na mesma data...

Vamos ver...

Ao mesmo tempo, estranho também, como outro visitante comentou, o silêncio nos últimos dias.

Será que os colegas não compreendem que, se um site nos dá alguma visibilidade, devemos aproveita-la ao máximo? Sei que muita coisa já foi dita, mas estou certa que ainda há muita por dizer.

E depois de conseguir que um site nos dê atenção, publicando as nossas queixas, reenviando as nossas queixas para toda a sua mailling list, parece-me no mínimo estranho e até mesmo um pouco desconcertante, deixar de falar...

O silêncio aqui não é de ouro, pelo contrário, vale muito pouco...

 
At 25 junho, 2007 23:40, Blogger Casino da ELSA said...

À atenção dos interessados,

Informamos que, em concertação com a AEDUM, foi definida a estratégia a adoptar relativamente aos assuntos que têm sido objecto de comentários.

Daremos notícia das decisões muito em breve, ainda esta semana.

Contamos com a participação de todos!

 
At 26 junho, 2007 10:39, Anonymous Anónimo said...

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At 26 junho, 2007 10:56, Anonymous Anónimo said...

Essa concertação e o suspense à volta dela já me está a fazer uma certa espécie!Como aluna da Escola não posso deixar de sentir algum asco com o papel das associações, que pelo que me foi dado a entender, agora actuam em conjunto, mas resoluções práticas...zero! Faço aqui o meu apelo para não se deixarem "silenciar"! As notas estão aí aparecer e depois vai ficar tudo admirado e indignado com os resultados...Lamento o meu tom alarmista mas estou certa que será prudente não deixar que o assunto "arrefeça"!
Boa Sorte para os exames!
F.Felgueiras

 
At 26 junho, 2007 12:02, Anonymous Anónimo said...

Olha, olha! A Elsa deu sinais de vida....
!Acções concertadas com a AEDUM?" Vais juntar-se a "fome com a vontade de comer", afinal, 2 escovas juntas devem engraxar muito melhor que uma só!
Pago pra ver!

José Mario

 
At 26 junho, 2007 13:47, Anonymous Anónimo said...

MANIFESTAÇÃO NA SEXTA FEIRA DIA 29,PELAS 11H00 EM FRENTE À ESCOLA DE DIREITO CONTRA AS NOTAS VERGONHOSAS DE OBRIGAÇÕES.
A COMUNICAÇÃO SOCIAL ESTARÁ PRESENTE E VAMOS MOSTRAR A ESTES SENHORES QUE O TEMPO DELES ACABOU.
EXIGIMOS A REVISÃO DOS EXAMES DE OBRIGAÇÕES
EXIGIMOS O AFASTAMENTO DO PROFESSOR DESTA DISCIPLINA.
EXIGIMOS A DEMISSÃO DA ESCOLA DE DIREITO.
SERÁ NESTE DIA OU NUNCA.
PASSEM A PALAVRA.

 
At 26 junho, 2007 14:12, Anonymous Anónimo said...

Acho muito bem que haja uma manifestação e com toda a comunicação social, possivel, lá presente, e já lá estou...
Mas não acham que deviamos deixar passar os exames... Há quem tenha exame no sabado e ainda tem que estudar e se manter concentrado...
Mas têm todo o meu apoio!

 
At 26 junho, 2007 14:41, Anonymous Anónimo said...

As notas de obrigações foram más?
Vocês estão completamente malucos!
O que querem agora, 100% de aprovações?

Curem-se, estudem e deixem-se de tretas

 
At 26 junho, 2007 15:17, Anonymous Anónimo said...

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At 26 junho, 2007 15:21, Anonymous Anónimo said...

Acho que a manifestação não deverá ser só sobre obrigações mas sobre todos os problemas que existem nesta escola de direito.
E uma palavrinha para o ultimo anonimo, as notas nao foram assim tão más, podes ter razão, mas não trates os teus colegas como tratam os docentes...
Há problemas e têm que ser tratados e se tu não os consegues ver, talvez sejas tu que precisas de te curar (com todo o respeito).

 
At 26 junho, 2007 15:24, Anonymous Anónimo said...

Em relação á manifestação, eu sou dos que tem exame no sábado, mas mesmo assim, apoio, e acho que vale bem a pena perder uma ou duas horas de estudo.
Já agora, e para os que tenham medo de eventuais represálias da "PIDE", podem sempre "passar por lá" e se estiver muita gente, juntam-se, caso contrario, logo se vê... afinal, é normal os estudantes passarem pela escola de direito em período de exames.
Passem a mensagem por Mail, SMS, etc..

Vanos sair do anonimato!

 
At 26 junho, 2007 15:25, Anonymous Anónimo said...

o ultimo comentario (15:21) era para o anonimo das 14:41, e nao para o das 15:17...

 
At 26 junho, 2007 15:33, Anonymous Anónimo said...

Afinal o que é " as notas de obrigações não foram assim tão más"? 30% de aprovações? talvez 35%
Será que os outros 70% andaram a dormir, andaram nos copos, ou têm algum problema de compreensão da matéria, materia essa que de tantas vezes que já a "Vomitou" ipsis Verbis, deve o Prof. N. O. ser o unico que a consegue entender....

Sou o anonimo das 15 e 17 e agradeço desde já a rectificação, pois ainda que me tenha excedido um pouco, penso que a reacção foi apropriada, e se pecou foi por defeito e nunca por excesso.

P.S - Professor é um eufemismo, já que o Sr se há coisa que não sabe fazer é ensinar...

 
At 26 junho, 2007 15:48, Anonymous Anónimo said...

Uma amiga que tal como eu se formou em direito na Universidade do Minho, falou-me neste blog e nos comentários. Não queria acreditar nisto. Estou envergonhada com o que li aqui.
Isto não é verdade. A Escola de direito em que andei não é esta que está aqui. Aquilo que os actuais alunos estão a fazer são umas generalizações falsas.
Há professores maus, que abusam do seu poder? Claro que há, como há em todas as universidades deste país e pelo que ouço aos meus colegas advogados nas outras devem ser bem piores. Só que não falam disso em público.
Há professores bons na Escola de Direito? Há e muitos. Já li aqui coisas sobre o Professor Cândido e é verdade mas há muitos mais. Quem foi aluna do Professor Joaquim Rocha, do dr. Fontes, do professor Gravato de morais e do Profssor Luís Gonçalves sabe que são professores dedicados e sabedores. Eu que agora estou na "prática" lembro-me deles quase todos os dias. E quem já esteve numa sala de aula com o professor Carlos Amorim não pode concordar com nada do que aqui é dito. Qual é a Escola de direito que tem um docente com uma clareza de exposição e com uma cultura tão vasta e que dá aulas com a qualidade do professor Amorim? Há mais que são muito bons. Peço aos meus antigos colegas para pensarem melhor antes de escreverem as coisas que aqui estão. Sejam justos e digam o que há de mau sem esquecer o que há de bom. Senão estão a mentir.

Ana

 
At 26 junho, 2007 16:03, Anonymous Anónimo said...

Cara Ana.
Se te deres ao trabalho de ler tudo o que está escrito, nem uma linha há a apontar aos docentes que mencionaste, pelo menos negativamente.
É verdade o que dizes, esses são optimos exemplos, e alguns dos que mencionaste até são dos que mais exigem em avaliação, mas podem fazê-lo pois nas aulas deles realmente aprende-se!
Agora, se reparares, as criticas concentram-se sobretudo num ou dois docentes que para além de leccionarem cadeiras tradicionalmente difíceis em qualquer universidade, transforan-nas em verdadeiros obstáculos intransponíveis para muita muita gente gente (as pautas falam por si), sendo que se no caso do prof. Horster, ainda se consegue estar com algum interesse nas suas aulas, em direito das obrigações, o vomitanço de matéria a "rodos" é intragável.
Pergunto:
- Qunatas vezes em direito das obrigações tentamos tirar uma duvida e o prof. explicou exactamente da mesma forma e ficamos a entender o mesmo?
- Quantas vezes no fim da aula no tradcional "alguem tem duvidas?", ninguem diz nada porque se há coisa que quase ninguem tem é uma vaga ideia do que o homem esteve para ali a debitar a 1000 á hora...
Como se isso não bastasse, este ano a assistente do Sr., passou o ano a meter os pés pelas mãos e a dizer asneiras nas aulas TP, verdade ou mentira?

 
At 26 junho, 2007 16:38, Anonymous Anónimo said...

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At 26 junho, 2007 16:41, Anonymous Zebedeu said...

A greve está marcada, coincidência ou não, para a mesma hora marcada para vermos os exames de obrigações... Não seria preferível verem os exames e se de facto ha razão para tanto alarido??Eu estudei bastante para a cadeira, como não duvido de que todos tambem o fizeram, e, embora convencido que estava de que ia ter no minimo 10,vou a oral.Vou ver onde errei e se de facto se justifica uma reacção tao repentina...Em relação ao dr. Nuno não concordo que ele seja assim tao mau a dar as aulas...Ja sei que vou ser criticado por dizer isto...Não sou daqueles que "esta a ver a vidinha a andar para tras" nem que prefere "as palmadinhas nas costas/sorrisos amarelos nos corredores"..Apenas fui a quase todas as aulas e estou a dar a minha opinião..Acho, isso sim, que é demasiado exigente na correcção das provas..Ou pomos as coisas direitinhas como foi dado nas aulas, requisito por requisito, ou erramos o caso..É aqui que acho que está o problema!!A exigência na correcção dos exames!!!No entanto compreendo (e conheço porque ja passei por ela)a sensação de nos matarmos a estudar para uma cadeira e chegar ao fim ver um seis ou um sete na pauta, no máximo..É duro...

 

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