09 dezembro 2005

"A tortura é um mal absoluto que nunca pode ser justificada. Ao contrário, deve sempre ser castigado"

A frase é de um dos Magistrados do Reino Unido responsáveis pela proibição do uso em quaisquer Tribunais ingleses de uma prova obtida com recurso à tortura.


A cultura Anglo-Saxónica europeia mais uma vez a mostrar aos seus irmãos Americanos que existem certos métodos que nunca poderão, na modernidade, ser um meio para atingir um fim ainda que legítimo. Numa altura em que os EUA são acusados, com provas fundadas, de possuirem prisões clandestinas espalhadas pelo mundo com aquele propósito, a Lei inglesa vem, deste modo, dar uma "chapada" Jurídica de vanguardismo à cultura Americana.

PENDULUM

3 Comments:

At 19 dezembro, 2005 20:45, Anonymous Anónimo said...

A tortura pode, eventualmente, ser justificavel sempre que estejam em causa valores que protejam a integridade do mundo, bem como a sua segurança e bem estar. Não pode "haver pão para malucos" com fundamento na dignidade humana, uma vez que esta só é alcançavél se se promover a ordem e o respeito. As torturas de que fala não são, de forma nenhuma, arbitrárias, mas sim objectivas e necessárias para que todos possamos ver os nossos filhos e netos crescer.
* Jorge Bucho

 
At 25 dezembro, 2005 20:08, Blogger AgoraEu said...

Nem consigo acreditar no que os meus olhos lêem!
O conceito de arbitrariedade aplicado à tortura roça o absurdo!
O recurso à tortura é sempre o reconhecimento da falência de todo o sistema de investigação e a materialização da incompetência daqueles que um dia o juraram promover e defender.

 
At 16 fevereiro, 2006 00:57, Blogger croupier said...

"A tortura é um mal absoluto que nunca pode ser justificada. Ao contrário, deve sempre ser castigado"

Ou Elsa, e se antes de criticares os outros, fizesses uma revisão aos teus textos e, já agora, lesses uma Gramática...

Na frase acima, qual é o sujeito: tortura ou mal absoluto? Decide-te. É que não podem ser ambos ao mesmo tempo, não é? Ou queres que te explique porquê em carta manuscrita?...

 

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